Nada Muda Tudo
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Poética Edições, February of 2025 ‧
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SYNOPSIS
Para desviar as atenções sobre as suas negociatas, um madeireiro da região de Basto, serviu-se de uma crendice incipiente que atribuía benéficos poderes espirituais aos gases das fossas. Transformou-a numa doutrina, que depressa começou a ser professada por multidões.
Um professor de música, na Noruega, comunicou à polícia que dois homens esfarrapados andavam à pancada, numa praia que ladeava a estrada por onde passava. Soube depois que lutavam pela posse de um frasco de vidro, hermeticamente fechado. Frasco que não tinha nada no seu interior, a não se ar. O insólito episódio fez com que o professor viesse a saber que tinha ocorrido um naufrágio. Depois descobriu que na embarcação havia um tripulante clandestino. E com o propósito de colher matéria para escrever um romance sensacional, foi no seu encalço. Até que os separatistas da ETA o dissuadiram da ideia.
No barco de pesca ao bacalhau ia mesmo um tripulante clandestino, que ali se escondia das autoridades do Estado espanhol. Apossou-se dos dados identificativos de um pobre e órfão pescador português que morreu no acidente, e veio para Portugal, fazendo-se passa por ele, para aqui adquirir documentos legais, e com eles deixar de ser o cidadão que as polícias espanholas procuravam. O padre local viu nele as condições ideais para fazer frente aos hereges dos frascos que, enganados, julgavam conter metano. O madeireiro não gostou da intromissão do nórdico nos seus particulares assuntos. Até que ordenou ao seu capataz que lhe pregasse um susto de morte.
O refugiado basco - no papel do português morto no naufrágio - conseguiu maneira de dar um magistral golpe na fortuna que, ilicitamente, o cacique das madeiras tinha acumulado. E porque o seu esquema teve de iniciar-se no local para onde haviam atraído o investigador norueguês, viu-se na obrigação de o pôr a salvo e o levar na fuga que tinha planeado. Viajaram até ao meio da Europa por vias esconsas. Sem que o nórdico alguma vez tivesse suspeitado que fora salvo pelo refugiado que perseguira ao longo de mais de 3.000 quilómetros. E sem que o basco suspeitasse que levava ao seu lado quem muito afincadamente o perseguira.
Um professor de música, na Noruega, comunicou à polícia que dois homens esfarrapados andavam à pancada, numa praia que ladeava a estrada por onde passava. Soube depois que lutavam pela posse de um frasco de vidro, hermeticamente fechado. Frasco que não tinha nada no seu interior, a não se ar. O insólito episódio fez com que o professor viesse a saber que tinha ocorrido um naufrágio. Depois descobriu que na embarcação havia um tripulante clandestino. E com o propósito de colher matéria para escrever um romance sensacional, foi no seu encalço. Até que os separatistas da ETA o dissuadiram da ideia.
No barco de pesca ao bacalhau ia mesmo um tripulante clandestino, que ali se escondia das autoridades do Estado espanhol. Apossou-se dos dados identificativos de um pobre e órfão pescador português que morreu no acidente, e veio para Portugal, fazendo-se passa por ele, para aqui adquirir documentos legais, e com eles deixar de ser o cidadão que as polícias espanholas procuravam. O padre local viu nele as condições ideais para fazer frente aos hereges dos frascos que, enganados, julgavam conter metano. O madeireiro não gostou da intromissão do nórdico nos seus particulares assuntos. Até que ordenou ao seu capataz que lhe pregasse um susto de morte.
O refugiado basco - no papel do português morto no naufrágio - conseguiu maneira de dar um magistral golpe na fortuna que, ilicitamente, o cacique das madeiras tinha acumulado. E porque o seu esquema teve de iniciar-se no local para onde haviam atraído o investigador norueguês, viu-se na obrigação de o pôr a salvo e o levar na fuga que tinha planeado. Viajaram até ao meio da Europa por vias esconsas. Sem que o nórdico alguma vez tivesse suspeitado que fora salvo pelo refugiado que perseguira ao longo de mais de 3.000 quilómetros. E sem que o basco suspeitasse que levava ao seu lado quem muito afincadamente o perseguira.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789899241015 |
| Publisher: | Poética Edições |
| Release Date: | February of 2025 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 153 x 249 x 16 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 244 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Romance
|
| EAN: | 9789899241015 |
REVIEWS
Nada à vista
Valeriano Varela
Ao ler este romance, tenho a certeza de que viajei no tempo ficando mais culto o meu eu. É o autor no seu melhor. Recomendo esta obra pelo seu enredo, mas acima de tudo pela sua escrita figurativa. Adorei.
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