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Metamorfoses

Livro de bolso

by Ovídio
Book eBook
Publisher: Penguin Clássicos, November of 2024 ‧
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«Também o nosso corpo se transforma constantemente, sem pausa alguma, nem seremos amanhã o que fomos antes, ou o que somos.»

Metamorfoses são uma das obras-primas da Antiguidade Clássica, escrita em inícios do século I d.C. ao longo dos séculos, poucos textos suscitaram tão singular fascínio e exerceram tão grande influência, sobretudo nos campos da literatura e das artes plásticas.

Com a sua mestria de contador de histórias e pintor de cenários, aliado à profunda compreensão da fragilidade e da grandeza do ser humano, dos seus sonhos de superação e suas contradições, Ovídio legou-nos episódios imortais, num fluir ininterrupto de histórias dentro de histórias, depois recriados vezes sem conta.

Girando em torno do fenómeno da metamorfose, da mudança, da transformação do universo, do homem, do tempo e do espaço, Midas, Dafne, Polifemo e Galateia, Narciso e Eco, Dédalo e Ícaro, Orfeu e Eurídice, Pigmalião, entre tantos outros, pertencem, agora, à galeria de personagens eternas da cultura Ocidental.

Metamorfoses

Livro de bolso

by Ovídio

Property Description
ISBN: 9789897878466
Publisher: Penguin Clássicos
Release Date: November of 2024
Language: Portuguese
Dimensions: 128 x 190 x 27 mm
Cover: Softcover
Pages: 512
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 9789897878466

ABOUT THE AUTHOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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