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Arte de Amar

by Ovídio
Publisher: Editorial Presença, March of 2026 ‧
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Com talento poético e apurada perspicácia social, Ovídio traça as regras da corte, da atração e da intriga erótica, sempre com ironia e leveza.

Mais do que um manual de sedução, Arte de Amar celebra o charme, o intelecto e a imprevisibilidade das relações humanas. Sensual, espirituoso e irreverentemente sábio, o poema explora o jogo do amor com humor e inteligência.

Nesta obra clássica, o desejo romano antigo surge vivo, elegante e surpreendentemente actual. Traduzido com clareza e elegância por Natália Correia e David Mourão-Ferreira, esta obra é um convite irresistível à arte de amar.

Arte de Amar

by Ovídio

Property Description
ISBN: 9789722378642
Publisher: Editorial Presença
Release Date: March of 2026
Language: Portuguese
Dimensions: 142 x 210 x 10 mm
Cover: Softcover
Pages: 184
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 9789722378642

ABOUT THE AUTHOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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