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Mafalda

Feminino singular

by Quino
Publisher: Iguana, February of 2024 ‧
14,65€
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IN STOCK -
RECOMMENDED BY THE NATIONAL READING PLAN
A Mafalda, a irreverente menina que encantou gerações com a sua visão bem-humorada do mundo em que vivemos, é uma das mais ilustres feministas do nosso tempo. As tiras reunidas neste volume dão bem conta do caráter feminista desta criança que, aos seis anos, questiona o papel da mulher no mundo, e que não está disposta a tornar-se uma dona de casa de classe média dedicada às tarefas domésticas.

Sessenta anos após a sua criação, e com a luta pelos direitos das mulheres mais do que nunca no centro das atenções, a leitura que a Mafalda faz do mundo mantém-se extremamente atual. As vinhetas do genial Quino assumem hoje uma força extraordinária e ajudam-nos a tomar consciência do caminho percorrido e a percorrer para alcançar a igualdade entre homens e mulheres.
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Meninas exemplares – só que não

Não contem com elas para não dar a volta às expectativas. Espera-se uma coisa, elas dão outra. E aqui dão leituras divertidas.

Uma mulher sem importância É que nem davam por ela. E, sem livros que escavassem a história, quem se lembrasse dela depressa ia esquecê-la. Chegou então Sonia Purnell para contar a vida de Virginia Hall. Pasme-se: era socialite americana. Pasme-se: lá teve o seu papel na vitória da Segunda Guerra Mundial. Arrisco a dizer que podia muito bem ter passado despercebida. Em setembro de 1945, a Gestapo ficou à toa, e alertou para a mais perigosa de todas as espias ao serviço de Churchill. Ora, sendo socialite, devia ser difícil desconfiar de Virginia. Quem se veste muito bem não aparenta andar metida em segredos ou a tentar mudar o destino à vida. E a Gestapo lá decidiu que era preciso encontrá-la e destruí-la. É que, com a sua prótese de madeira na perna, Virginia lá andava a organizar uma rede de espiões por França, a tratar da chegada de explosivos e armas, a libertar prisioneiros. Até pontes com dinamite vieram das suas mãos, mesmo que não literalmente. Tinha a cabeça a prémio e hoje tem este livro que nos conta a sua história. É caso para dizer: passaria por um pãozinho sem sal, só que não era. COMPRO NA WOOK! »







A minha adorável esposa Com uma mulher destas é que eu não casava, pelo menos se soubesse o que viria depois de assinados os papéis. Ora, o marido não foi ao engano. A início, a coisa parecia igual às outras. Duas pessoas conhecem-se, apaixonam-se, acham que todas as canções do João Pedro Pais são para elas, ficam vidradas uma na outra, juntam bibliotecas, unem-se na mesma casa, têm a certeza de um futuro juntas, têm filhos até, e mudam-se para os subúrbios para terem mais espaço e paz. E têm a intimidade habitual dos casais, partilham sonhos, contam segredos. Mas claro que, em 15 anos, volta e meia parece que não há nada para fazer. Quando isso me acontece, eu opto por um passeio, um mergulho no mar, um salto de avião. Estes dois são de outra estirpe, e lá se metem a matar gente para conseguirem matar tempo. A esposa – que podia escudar-se detrás desta palavra sem graça – pouco mais parecia do que uma mãe suburbana, e veja-se no que deu. A vida é isto: metemo-nos a ler livros e percebemos que não se pode confiar em ninguém. COMPRO NA WOOK! » Mafalda. Feminino singular Claro que adoramos a Mafalda. Basta vê-la pequena e fofa para se julgar que é menina de cor-de-rosa e flores. E basta ouvi-la – ou lê-la uma vez – para se perceber que é muito mais do que isso. Personagem icónica de Quino, deleita com o seu sarcasmo. Há lá coisa mais bela do que dizer coisas no gozo. E ninguém está à espera de que uma menina pequena tenha tanta argúcia. Neste volume, temos o conjunto das tiras feministas da personagem. Não conte com ela para se atar a um destino desenhado à cabeça. Mafalda quer ser o que quiser – e não quer estar fechada em casa a lavar o chão o dia todo.
Ora, a menina já tem 60 anos, e não deixa de ser uma menina. O que escrevia continua coisa da ordem do dia, e continua a ser uma maravilha lê-la. E, nesta altura, conhecida por todo o mundo, já ninguém vai ao engano. Ninguém achará que Mafalda é menina de baixar a cabeça para dizer amém a tudo. Aqui entre nós, talvez seja exemplar por isso mesmo. COMPRO NA WOOK! »

Mafalda

Feminino singular

by Quino

Property Description
ISBN: 9789897876486
Publisher: Iguana
Release Date: February of 2024
Language: Portuguese
Dimensions: 204 x 222 x 8 mm
Cover: Softcover
Pages: 112
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Graphic Novels & Manga > Graphic Novel
EAN: 9789897876486

Sempre atual

Cláudia C.

A Mafalda faz parte do meu crescimento e educação, com ela percebi que eu afinal não era assim tão diferente ou mau feitio. Era simplesmente uma menina com a cabeça no lugar e muitas opiniões. E ser assim diferente não era de todo mau.

À conquista de fãs nas novas gerações!!

H. Miranda

Sou fã da Mafalda, não há como não gostar. Comprei para oferecer a uma adolescente que espero que se venha a tornar fã também. O grafismo da edição está muito giro, além das tiras tem páginas com destaques.

ABOUT THE AUTHOR

Quino

Autor de banda desenhada (BD), caricaturista e ilustrador argentino, Quino, pseudónimo de Joaquín Salvador Lavado ((Mendoza, Argentina, 17 de julho de 1932 - 30 de setembro de 2020), sendo filho de imigrantes espanhóis originários de Fuengirola (Málaga).
Uma vez terminados os estudos em Belas-Artes, Quino tentou a sua sorte como desenhador na capital argentina, Buenos Aires, quando tinha 18 anos. Não conseguindo trabalho, regressou a casa e fez diversos cartazes publicitários nos seus primeiros anos de trabalho, até que se mudou para Buenos Aires, em 1954, onde o seu trabalho acabaria por, a pouco e pouco, ser devidamente reconhecido.
Começou a trabalhar como ilustrador para títulos tão diversos como Avivato, Esto Es, Que, Siete Dias, Tia Vicenta, Vea y Lea, entre outros, fazendo abundante número de caricaturas. Nos seus primeiros trabalhos nota-se que sofreu influências plásticas de Walt Disney e do argentino Guillermo Divito.
Mundo Quino, título do seu primeiro livro, foi editado em 1963.
Em 1964 surgiu a sua personagem emblemática, Mafalda, a contestatária, série de banda desenhada publicada nos jornais em tiras (curta sequência de quadradinhos), que inicialmente tinha sido imaginada para uma campanha publicitária a eletrodomésticos e que, entretanto, acabou por ser recusada. Inicialmente, Mafalda foi publicada no suplemento de humor da revista Leoplán, com três tiras, passando a surgir regularmente em Primera Plana (1964), depois no El Mundo (1965) e finalmente no Siete Dias (1967), terminando em 1973, apesar do grande sucesso alcançado em diversos países. Esta decisão prendeu-se com o desejo do autor de se dedicar inteiramente ao desenho de humor, à caricatura, por um lado, e de não cair na sempre dificilmente inevitável armadilha da repetição de ideias. A popularidade e atualidade da Mafalda continuam, apesar da BD desta personagem ter terminado há décadas. Para além disso, está associada a séries de desenhos animados e a diversos produtos derivados.
A obra de Quino é muito vasta, encontrando-se editada nas principais línguas. Os seus Cartoons, aparentemente tão simples, retratam como poucos os inacreditáveis meandros da burocracia, a sempre surpreendente estupidez humana, a prepotência dos mais fortes sobre os mais fracos, entre outras célebres evocações que são recorrentes da sua obra, marcada por um humor e um grafismo sem igual.
O autor, que em Portugal tem um grande número de livros editados pela Dom Quixote, Bertrand e Teorema, já se deslocou ao nosso país para encontros com os jornalistas e os leitores portugueses em 2001 e em 2003.
Foi distinguido várias vezes, destacando-se: o Troféu Palma de Ouro do Salão Internacional de Humorismo de Bordighera (1978), "Desenhista do Ano" a nível mundial (1982), o Prémio B' nai B' rith Derechos Humanos (1998) e o Prémio Quevedos de Humor Gráfico (2001).
Foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias na categoria de Comunicação e Humanidades em 2014.

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