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Constantino, Guardador de Vacas e Sonhos

by Alves Redol
Publisher: Editorial Caminho, November of 2015 ‧
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Com doze anos, o Constantino ainda não deitou corpo, mas lá esperteza não lhe falta.
O pior é a escola: gosta mais de andar aos peixes e aos pássaros. E acabou por apanhar uma raposa sem sequer ir à caça. Enquanto guarda as vacas, o Constantino sonha é em ser serralheiro de navios e fazer um barco que o leve até Lisboa.
Amanhã mesmo deita mãos à obra.

Constantino, Guardador de Vacas e Sonhos

by Alves Redol

Property Description
ISBN: 9789722127776
Publisher: Editorial Caminho
Release Date: November of 2015
Language: Portuguese
Dimensions: 135 x 211 x 8 mm
Cover: Softcover
Pages: 160
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Children’s and Young Adult > Young Adult Literature
EAN: 9789722127776

CONSTANTINO Guardador de Vacas e de Sonhos

Rui Pinto

Alves Redol foi considerado o primeiro escritor neorrealista em Portugal. Os seus romances falam-nos de assuntos e de pessoas reais. Falam-nos de problemas humanos, de gente simples e pobre. Falam-nos de injustiças e desigualdades. Não falam de grandes doenças, epidemias ou pandemias. Neste período de Estado de Emergência, 26 anos depois, reli este romance. Enquanto o relia, foram ficando para trás os momentos que vivemos atualmente. É um ótimo relaxante.

O miúdo reguila

Fátima Vivas

Adorei esta história. Muito bem escrita. Recordando-nos do que era ser gaiato numa aldeia, em meados do século XX. A leitura da estratégia da vaca, durante uma pamplona, está hilariante. Ouvi os ralhetes da avó. Sofri pelos pintassilgos. Desci o rio naquela jangada. Foi tão refrescante! Uma boa leitura para disponibilizar aos Constantinos de hoje, que, como o da história, não param quietos, e estão sempre preparando uma nova diabrura.

Pelos sonhos

João Carlos Pereira

Um livro de leitura "obrigatória" no meu quinto ou sexto ano de escolaridade nas aulas de português, que à data e no auge dos meus 11/12 anos me fez tomar o gosto pela leitura. A esse livro perdi-lhe o rasto e passados estes anos a saudade da escrita de Alves Redol fez-me adquiri-lo de novo! Uma leitura para menos novas e novas gerações.

Os sonhos mantêm-se!

Manuel Vilares

A aquisição deste livro prende-se com a saudade que as aventuras de Constantino me foram deixando ao longo dos anos. Passados quase 40 anos, não resisti em revisitar um livro que li na altura avidamente. Como muitas das suas aventuras me são comuns, foi com renovado prazer que as revivi. Absolutamente delicioso!

ABOUT THE AUTHOR

Alves Redol

Escritor português, natural de Vila Franca de Xira, António Alves Redol nasceu a 29 de dezembro de 1911 e faleceu 29 de novembro de 1969. Figura central do Neorrealismo português, foi autor de uma vasta obra ficcional, que inclui o teatro e o conto.
Filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial e, cedo, teve de se iniciar no mundo do trabalho. Ainda jovem, partiu para Angola à procura de melhores condições de trabalho, mas lá conheceu a pobreza e o desemprego. De regresso a Portugal, à capital, desenvolveu várias atividades profissionais e enveredou nos meandros da oposição ao Estado Novo ingressando no Partido Comunista. De início, tornou-se colaborador do jornal O Diabo, mas a sua veia literária acabaria por se manifestar em 1939. Empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social e, nesse mesmo ano, surgiu o seu primeiro romance, Gaibéus, cujo assunto, relacionado com problemas sócio-económicos vividos pelos ceifeiros, fez desta obra o marco do aparecimento do Neorrealismo.
A sua literatura não se caracteriza pela escrita de histórias ficcionadas, mas essencialmente pela abordagem da realidade social e de experiências vividas.

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