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Alone

by Chabouté
language: english
Publisher: Faber & Faber, May of 2018 ‧
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Every week a supply boat leaves provisions, yet the fishermen never leave their boat, and never meet him. Years spent on this deserted rock, with imagination his sole companion, has made the lighthouse keeper something more than alone, something else entirely.

Alone

by Chabouté

Property Description
ISBN: 9780571332441
Publisher: Faber & Faber
Release Date: May of 2018
Language: English
Dimensions: 176 x 244 x 31 mm
Cover: Softcover
Pages: 384
Format: Book
Categories: Books in English > Graphic Novels & Manga > Others
Books in English > Others
EAN: 9780571332441

Os dias de um eremita

Afonso

Mais uma obra-prima a preto e branco do grande mestre Chabouté que narra a existência de um eremita solitário que vive numa pequena ilha-farol. Semanalmente o abastecimento dos víveres é feito sem que ninguém contacte directamente com o faroleiro, até que um dia um novo barqueiro começa a questionar e acaba por desencadear uma nova cadeia de acontecimentos… Os desenhos de Chabouté, num luxuriante preto e branco de alto contraste, são o veículo ideal para esta narração de leitura viciante.

Uma banda desenhada a devorar.

C.L.

Com um domínio do registo em preto e branco notável, Chabouté prende a leitura desde a primeira página com um ritmo narrativo regido a metrónomo, quase cinematográfico.  O resultado é deveras surpreendente, como aliás o são os momentos de deriva dentro da história. Uma experiência de leitura muito original, cheia de ritmo, encanto e poesia.

ABOUT THE AUTHOR

Chabouté

Christophe Chabouté nasceu na Alsácia em 1967, vive atualmente na ilha de Oléron. Publicou as suas primeiras ilustrações em 1993, Récits, um álbum coletivo sobre Arthur Rimbaud. A sua cor preferida é o preto e branco. Deixa ao leitor a liberdade de acrescentar a sua própria cor. O preto e branco é simplesmente o seu modo de expressão. Na sua cabeça, está escrito que as histórias que conta são a preto e branco para se libertar de constrangimentos estéticos e narrativos. Só utiliza a cor se esta acrescentar significado à história. Trabalha com sinceridade e emoção pura, com uma economia de meios. O Festival de Angoulême reconheceu-o quando lhe atribuiu um Alph-Art Coup de Coeur.

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