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White Nights eBook

de Fiódor Dostoiévski
idioma: inglês
Editor: REA Multimedia, abril de 2024 ‧
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Ebook para wook reader
White Nights is a short story by Fyodor Dostoevsky, originally published in 1848, early in the writer's career.
Like many of Dostoevsky's stories, "White Nights" is told in the first person by a nameless narrator. The narrator is a young man living in Saint Petersburg who suffers from loneliness. He gets to know and falls in love with a young woman, but the love remains unrequited as the woman misses her lover, with whom she is finally reunited.
Translated by Constance Garnett (1861-1946)
 

White Nights

de Fiódor Dostoiévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9788874175628
Editor: REA Multimedia
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Classici
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9788874175628

SOBRE O AUTOR

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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