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The Bell Jar eBook

de Sylvia Plath
Livro eBook
idioma: inglês
Editor: Faber & Faber, novembro de 2008 ‧
11,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
'A literary rite of passage.' The Times 'She changed our world.' Guardian Esther is supposed to be having the time of her life. Her internship at a fashion magazine is a whirl of cocktail parties and dinner dates in the shimmering city. But why doesn't she feel anything? Back home in the suburbs, she is trapped inside a suffocating bell jar. She can't write her novel; her boyfriend is a hypocrite; there seems no point in getting out of bed. As she spirals into darkness, her world becomes increasingly unreal ... An unflinchingly honest portrait of a young woman's breakdown, Sylvia Plath's iconic The Bell Jar has transformed the lives of millions of readers since it was first published in 1963. Its witty, acidic, razor-sharp voice will stay with you forever. READ IN AN AUDIOBOOK EDITION BY MAGGIE GYLLENHAAL ONE OF THE BBC'S '100 NOVELS THAT SHAPED OUR WORLD' Reader responses: 'Plath's masterpiece . . . It's amazing how relevant this book still is.' 'I just couldn't put it down.' 'Ever better than I expected.'

The Bell Jar

de Sylvia Plath

Propriedade Descrição
ISBN: 9780571248209
Editor: Faber & Faber
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Inglês
Páginas: 240
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9780571248209
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Merece a classificação de clássico

Sílvia Nunes

Esther Greenwood. Jovem e cheia de oportunidades, que vamos vendo escapar-lhe à medida que a sua saúde mental se deteriora. Contudo, ao conhecer a história real da autora e o seu desfecho, é impossível ficar indiferente às palavras escritas neste livro, quase uma confissão do que se passava com Plath.

The Bell Jar, com uma pitinha de 10 Things I Hate About You

Rita Nogueira

Tive a inspiração para ler este livro quando vi Kat Stratford a lê-lo em 10 things I hate about you. Se a Esther Greenwood de The Bell Jar tivesse ido à Padua High School, ela provavelmente teria sido a versão ainda mais introspectiva (e ligeiramente mais desesperada) da Kat Stratford. Ambas leem Sylvia Plath, ambas odeiam convenções sociais, ambas sentem que o mundo lhes deve algo mais profundo do que bailes de finalistas e discursos vazios. A diferença? Kat tem a sorte de viver num universo onde um bad boy pode cantar “Can’t Take My Eyes Off You” nas escadas do estádio, enquanto Esther vive num mundo em que nem o céu parece disposto a olhar para ela. Sylvia Plath constrói em The Bell Jar um diário íntimo, brutalmente honesto, de uma jovem mulher que se sente como se estivesse “presa debaixo de uma redoma de vidro, a sufocar no próprio ar.” É como se Plath tivesse pego numa comédia romântica e arrancado todos os clichés a sangue frio, expondo a verdade crua por baixo das camadas de maquilhagem e sarcasmo adolescente. E aqui entra a conexão: se 10 Things I Hate About You é o que acontece quando Shakespeare encontra uma MTV de finais dos anos 90, The Bell Jar é o que acontece quando a pressão de ser mulher, inteligente, ambiciosa e emocionalmente exausta nos anos 50 colide com a impossibilidade de respirar num mundo feito para calar. Esther é o retrato da mulher que nunca teve espaço para ser Kat — livre, brava, com uma banda sonora indie a aplaudir cada rebeldia. Mas talvez a maior ironia seja esta: enquanto Kat recita os seus “10 ódios” com uma lágrima nos olhos e ainda tem direito a um beijo na chuva, Esther conta os mil e um pequenos absurdos da vida com uma voz tão límpida que dói. E nós, leitores, ficamos a odiar o mundo com ela — não porque queremos, mas porque entendemos. No fim, The Bell Jar não nos dá promessas de finais felizes ou serenatas públicas. Dá-nos algo mais raro: a sensação de que ser mulher num mundo que não escuta pode ser solitário, sim — mas não é loucura querer gritar.

The bell jar

Beatriz

Ninguém poderia ter escrito este livro sem ter passado por um mental breakdown… The bell jar fala da semi-autobiografia da autora Sylvia Plath onde esta partilha a sua dor, bastante emotivo, mas brilhante! Um clássico que recomendo.

Clássico e bom!

Mariana

Ouvi falar deste livro durante muitos anos, como um clássico mais atual, e feminino, e agora percebo porquê. Demorei a sentir-me envolvida na leitura, mas assim que entrei mais a fundo na estória, não conseguia parar de ler. Achei a escrita fabulosa. Sobre a condição feminina, ambição e saúde mental. Muito bom, mas problemático nalgumas questões. Vale a pena ler pelo marco que é na literatura, especialmente se o lermos com um olhar crítico.

Sem palavras.

pedro

Uma viagem pela vida e forma de pensar da autora que é sensacional.

SOBRE O AUTOR

Sylvia Plath

Sylvia Plath nasceu em Boston, Massachusetts, a 27 de outubro de 1932. Teve uma breve, intensa e agitada vida, tendo escrito poesia, um romance, contos e um diário.
O pai, Otto Plath, de origem alemã, trabalhava como professor de Biologia na Universidade de Boston, onde conheceu e casou com uma sua aluna, Aurelia, a mãe de Sylvia.
Em 1935, nasceu o segundo filho do casal, Warren. No rescaldo da Grande Depressão, a família deslocou-se em 1936 para Winthrop, Massachusetts, onde Sylvia passaria a maior parte da sua infância.
Aos oito anos, Plath publicou o seu primeiro poema na secção infantil do Boston Herald. Otto Plath morreu pouco depois dessa publicação (Sylvia haveria de escrever sobre a ambígua relação que tinha com ele o poema «Daddy»).
No seu primeiro ano no Smith College, Plath tentou suicidar-se com uma overdose de narcóticos, o que levou ao seu internamento numa instituição psiquiátrica. No verão do seu terceiro ano de estudos universitários, Sylvia Plath deslocou-se um mês para Nova Iorque, colaborando na revista Mademoiselle.
Nada disso a impediu de ser uma estudante brilhante, formando-se com louvor aos 23 anos. Obteve mesmo a bolsa Fulbright para frequentar a Universidade de Cambridge, em Inglaterra, onde continuou a escrever poesia. É então uma jovem mulher de maneiras educadas e espírito rebelde.
Em fevereiro de 1956, conheceu, na festa de lançamento da St. Botolph’s Review, o poeta Ted Hughes, com quem casaria quatro meses depois. É um encontro fusional e de uma intensidade fulgurante.
Entre julho de 1957 e outubro de 1959, o jovem casal viveu nos Estados Unidos, tendo acabado por se fixar em Boston, onde Sylvia Plath assistiu aos seminários de Robert Lowell e conheceu a poeta Anne Sexton. Atravessando dificuldades materiais, Sylvia tem mesmo de trabalhar num hospital psiquiátrico.
Com a gravidez de Sylvia Plath, o casal regressa a Inglaterra, em 1959, fixando-se em Londres e mais tarde na pequena cidade de North Tawton, em Devon. Em 1960, nasce Frieda e, dois anos depois, Nicholas. O primeiro livro de poemas de Sylvia Plath, The Colossus, é publicado em Inglaterra em 1960 e, dois anos depois, nos Estados Unidos. Em fevereiro de 1961, Plath sofre um aborto, que seria um tema recorrente em vários dos seus poemas.
No início dos anos 60, a relação com Ted Hughes entra em crise, sobretudo devido à relação deste com Assia Wevill (Ted Hughes daria a sua versão do que se passou em Cartas de Aniversário, e Assia, esposa de um poeta canadiano, haveria de se suicidar com a filha em 1969). O casal separa-se em finais de 1962. É no inverno que se segue à separação e num período depressivo que Sylvia escreve Ariel.
Plath regressa a Londres com os filhos, alugando um apartamento em Fitzroy Road, onde escreveria um romance semiautobiográfico, The Bell Jar, sob o pseudónimo de Victoria Lucas. Sente-se isolada e deprimida.
Na manhã de 11 de fevereiro de 1963, nevava sobre Londres e o frio era intenso. Sylvia Plath suicida-se com o gás do fogão, tendo antes tido o cuidado de proteger os filhos.

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