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Teatro Completo Vol. I (Edição Bilíngue) eBook

Edição Bilíngue Português - Inglês

de Oscar Wilde
idioma: português do brasil
Editor: LANDMARK, Janeiro de 2012 ‧
5,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
TEATRO COMPLETO traz a produção teatral da vida do escritor Oscar Wilde, nome de um dos maiores autores da língua inglesa. Neste primeiro volume da coleção são apresentadas quatro das peças escritas por Oscar Wilde: "Vera, ou os Niilistas" (uma tragédia melodramática, cuja ambientação ocorre na Rússia e foi a primeira peça que Wilde escreveu para teatro), "A Duquesa de Pádua" (um conto de vingança, assassinato, traição, amor e redenção no século 16, onde Guido Ferranti pretende vingar a morte de seus pais), "O Leque de Lady Windermere" (uma comédia, apresentada pela primeira vez em 22 de fevereiro de 1892 no St James Theatre, em Londres, que satiriza a moral da sociedade vitoriana) e a "A Importância de Ser Constante" (uma das mais famosas peças e que marca o auge da carreira teatral de Oscar Wilde além de também marcar o seu declínio, pois foi em sua estreia que o Marques de Queensberry, pai de Alfred Douglas, amigo íntimo de Oscar Wilde, iniciou a sua empreitada contra o escritor).

Teatro Completo Vol. I (Edição Bilíngue)

Edição Bilíngue Português - Inglês

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9788580700060
Editor: LANDMARK
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 392
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788580700060

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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