10% de desconto

Sobre Verdad Y Mentira En Sentido Extramoral eBook

Nietzsche

de Friedrich Nietzsche
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, outubro de 2023 ‧
1,90€
10% DESCONTO CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Al leer la obra "Sobre la Verdad y la Mentira", el lector, por más distraído que sea, percibirá de inmediato por qué Friedrich Nietzsche es conocido como el filósofo que construyó su filosofía a golpes de martillo. "Sobre la Verdad y la Mentira" consiste en una sucesión de golpes certeros sobre el orden establecido de su época. Crítico implacable de la moral vigente en pleno pesimismo romántico, al mismo tiempo que pone en duda la validez del lenguaje como expresión adecuada de todas las realidades y se burla de la pretensión humana de hacer que el mundo quepa en metáforas, es a través del lenguaje y las metáforas, que abundan en su texto y que utiliza magistralmente, que expresa su indignación. El lenguaje es, sin duda, el martillo de Nietzsche.

Sobre Verdad Y Mentira En Sentido Extramoral

Nietzsche

de Friedrich Nietzsche

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558944393
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 42
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9786558944393
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Friedrich Nietzsche

Um dos filósofos emblemáticos dos finais século XIX, nasceu em 1844, em Röcken, e morreu em 1900, atacado pela demência, em Weimar. As suas reflexões caracterizam-se por uma violenta crítica aos valores da cultura ocidental.

Com efeito, para Nietzsche, a decadência do Ocidente começou quando o discurso filosófico, depois de Sócrates, veio afastar a síntese que se realizara na tragédia grega, substituindo a harmonia apolíneo/dionisíaco (representando a ambivalência da essência humana, dividida entre a desmesura passional e a medida racional) por um discurso das aparências, enganador e ilusório, que transforma a realidade autêntica em metáforas ocas. Esse processo de desvitalização encontrará o apogeu com a afirmação da moral judaico-cristã, «moral de escravos», reflexo de uma maquinação hipócrita de indivíduos débeis, ignóbeis e vis numa tentativa de enfraquecer e dominar pela astúcia os valorosos.
A crítica nietzschiana acaba mesmo por abranger os fundamentos da razão, considerando que o erro e o devaneio estão na base dos processos cognitivos e que a fé na ciência, como qualquer fé em verdades absolutas, não passa de uma quimera.
Não se limitando, porém, à denúncia de um estado de espírito dominado pela submissão a valores ancestrais, impotentes para criar algo de novo e propagando a obediência e a servidão como princípios supremos, ao proclamar a «morte de Deus» e a abolição de qualquer tutela, Nietzsche passa ao anúncio de uma nova era centrada na exaltação da vontade de poder, apanágio do homem verdadeiramente livre, o super-homem, que não conhece outros ditames além dos que ele próprio fixa. No entanto, o super-homem não é unicamente dominado pelo egoísmo, cabendo-lhe dirigir a «massa», anónima e ignorante, para um estádio superior em que os valores vitais, a alegria e a espontaneidade permitam a reafirmação do instinto criador da humanidade.

Pensador paradoxal, associa ao super-homem a consciência do eterno retorno, procurando, talvez, exprimir o aspeto cíclico dos movimentos históricos ou a impossibilidade de, alguma vez, ser atingido um grau supremo de perfeição no devir do Homem.
Expressando-se de forma aforística e mantendo todas as suas afirmações no limiar da inteligibilidade imediata, Nietzsche foi um filósofo ímpar, tão inovador como polémico: ao exaltar, em detrimento da razão, a faculdade da vontade como núcleo da essência humana e verdadeiro motor do devir e colocando-se numa posição de profundo ceticismo face aos fundamentos da ética e da moral, abalou profundamente os pilares do racionalismo, sendo por isso considerado como um dos «filósofos da suspeita» (ao lado de Marx e Freud), na esteira da «crise da razão» que marcou profundamente a filosofia no século XX. Entre as suas obras são de destacar:
A Origem da Tragédia (1872), Humano, Demasiado Humano (1878), Aurora (1881), A Gaia Ciência (1882), Assim Falou Zaratustra (1883-85), Para além do Bem e do Mal (1886), A Vontade de Poder (1886, editado em 1906), A Genealogia da Moral (1887), Ecce Homo (1888), O Anticristo (1888).

(ver mais)

DO MESMO AUTOR