Salazar - O Ditador Que Se Recusava A Morrer eBook
SINOPSE
Para um ditador, o fim de Salazar foi um anticlímax - um acidente doméstico. Mas durante as quase quatro décadas de poder ele recorreu menos à força do que à astúcia e à dissuasão. Esta biografia assinala os altos e baixos do regime de Salazar, desde o resgate das finança públicas e da neutralidade portuguesa na II Guerra Mundial, até à manutenção de uma polícia de Estado enquanto resistia aos ventos de mudança que sopravam de África. Explora a longa suspeição e conflito de Salazar com os Estados Unidos da América e como ele manteve Hitler e Mussolini à distância, tendo persuadido Franco a não entrar na guerra ao lado deles.
Em Salazar - O Ditador Que Se Recusava a Morrer o historiador britânico Tom Gallagher propõe-nos um novo balanço histórico de um líder complexo que merece ser conhecido.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722071789 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | maio de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
História
>
História da Europa
|
| EAN: | 9789722071789 |
| Acessibilidade: | Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor |
OPINIÃO DOS LEITORES
Biografia imparcial sobre Salazar
João
Um excelente livro que coloca num contexto rigoroso a ascensão ao poder e governação de Salazar, sem preconceitos. Leitura fluida e agradável.
Contar a história sem sobressaltos
Miguel Bagorro
É que falar de Salazar continua a suscitar controvérsia apaixonada e pouco clarividente. Precisamente o contrário do que Gallagher consegue fazer. É um texto informado que segue o fluir dos dados e pondera cada decisão do ditador (afinal veio da Ditadura) no seu contexto, tal como o próprio o deve ter feito. Deste modo, destacam-se pelo menos 3 ou 4 Salazares: o da recuperação da falência em que o país estava em 1928, o dos efeitos da crise económica (anos 30), em que a componente corporativista começa a ficar esquecida, o da neutralidade na guerra sem renegar a velha aliança (e sem se tornar subserviente), finalmente, o do pós guerra, da oportunidade de abertura perdida, porque, afinal de contas, Salazar permaneceu na lógica do século XIX - ecologista e anti-industrialista, quando os tempos já só eram de proto-tecnologia. Aliás, se há característica que sobressai no seu carácter é a constância. Fiel às suas ideias matriciais, fiel às suas rotinas, fiel aos amigos e aos brandos costumes. Gallagher simpatiza com o seu personagem, mas não é complacente. Tudo somado, mais um drama português, pequenino a sonhar com o Império - a capa ilustra-o: o além mar está lá, mas não se vê.
Excelente
Mónica Alexandra Silva
Um retrato isento e rigoroso. Uma outra perspectiva.
Fantástica análise do perfil político de Salazar
Guilherme Branco B.
O autor, realiza nesta obra uma interessante abordagem sobre o perfil político de Oliveira Salazar, demonstrando que o antigo Presidente do Conselho não se encontrava numa dicotomia de esquerda VS direita, mas sim num ideário político pré-revolução francesa, sendo por isso enquadrável como um conservador nacionalista. Desta forma, o autor desmonta a teoria daqueles que durante décadas tentaram classificar Salazar como sendo de extrema direita ou até mesmo como fascista.
SALAZAR o ditador que se escusa a morrer
Rui Pinto
Quer queiramos quer não, Salazar foi um dos homens mais notáveis que Portugal conheceu… e não só Portugal. Nasci no ano em que a 2ª Guerra Mundial terminou. Quem governava o meu país era Salazar. Os tempos andam levando a reboque as nossas vidas e abrindo-nos novas mentalidades. Dando absoluto crédito ao autor desta obra e aproveitando para elogiar o seu trabalho, estudo e tempo do seu tempo dedicado a este livro, concluo que li uma obra sublime. Um livro sobre a história de um Ditador ou seria Estadista? Ao ler-se este trabalho excelente, fica-se com a certeza de que Salazar foi um homem modesto, civilizado, simples, sincero, determinado e dedicado exclusivamente à governação que foi afinal a missão para a qual teria nascido. Reconheço contudo, que a sua tenacidade em defesa do Ultramar não foi um bom fator que jogasse a seu favor. Mas no fundo, Salazar foi uma personalidade que ao terminar a sua vida, não deixou descendentes, quase não deixou família, quase não deixou amigos e não deixou riquezas. Nos dias atuais que vivemos, e do modo como somos governados, ficam após a leitura deste livro, muitos pontos de interrogação e de exclamação. Recomendo a leitura naturalmente
Leitura obrigatória por decreto-lei, já!
António Maria Coelho de Carvalho
Não é preciso ser de direita para comparar a obra feita pelo Estado Novo com a que foi feita desde o 25 de Abril e ficar triste e indignado.
Salazar de Tom Gallagher
Fernando Rodrigues
Narrativa histórica, muito bem documentada, bem estruturada e de fácil leitura, sobre a vida de Salazar (O HOMEM QUE SE RECUSA A MORRER).
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