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Princípios Da Filosofia Cartesiana E Pensamentos Metafísicos eBook

de Baruch de Espinosa
idioma: português do brasil
Editor: Autêntica Editora, agosto de 2015 ‧
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Ebook para wook reader
Quanto mais se lê e se estuda Espinosa, mais forte é a impressão de que estamos ainda distantes de esgotar as possibilidades de seu pensamento revolucionário. Daí a oportunidade de uma série, no interior da coleção Filô, dedicada à filosofia espinosana e que tem como um de seus principais objetivos oferecer ao público lusófono novas traduções das obras de Espinosa, afinadas com o estado atual das pesquisas sobre o filósofo. Com esta publicação dos Princípios da filosofia cartesiana e Pensamentos metafísicos, esperamos dar um passo importante nessa direção. No livro, publicado em 1663, Espinosa faz uma exposição, à maneira geométrica, das principais teses da filosofia de Descartes; em apêndice, promove uma discussão detalhada de alguns conceitos fundamentais da escolástica, sempre à luz da renovação trazida pelo cartesianismo. O trabalho de preparação do texto e de tradução foi conduzido com cuidado, a fim de elaborar o que se pode considerar a mais completa tradução já realizada deste livro: o texto latino, oferecido em edição bilíngue, foi cotejado com a edição original e com outras edições, sendo em vários pontos corrigido; incluíram-se os índices da primeira edição e as variantes da tradução holandesa do século XVII, revisada pelo autor (inclusive uma poesia dedicatória em holandês, até onde sabemos, jamais traduzida). Completam ainda o volume um conjunto com traduções de duas cartas de Espinosa e de dois textos de Descartes decisivos para o projeto espinosano de exposição geométrica do cartesianismo. André Rocha, Ericka Itokazu e Homero Santiago Coordenadores da Série Espinosana

Princípios Da Filosofia Cartesiana E Pensamentos Metafísicos

de Baruch de Espinosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9788582176351
Editor: Autêntica Editora
Data de Lançamento: agosto de 2015
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 320
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788582176351
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Baruch de Espinosa

Baruch de Espinosa nasceu em Amesterdão a 24 de novembro de 1632, tendo sido um dos principais filósofos do século XVII, a par de Descartes e Leibniz. Nasceu no seio de uma família judaico-portuguesa, oriunda da vila alentejana da Vidigueira e fugida às perseguições da Inquisição. Recebeu dos pais o nome de Benedito de Espinosa, mas assinou Baruch em várias das suas obras, devido à sua condição de judeu nascido em Amesterdão. Acabou por adotar o nome Benedictus, ou seja, a correspondente palavra latina, depois da excomunhão hebraica ditada pela sinagoga portuguesa de Amesterdão em 1656. Espinosa foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de filósofos judeus, como Maimónides. Estudou Sócrates, Platão e Aristóteles, De Rerum Natura de Lucrécio, os epicuristas e o pensamento heterodoxo de Giordano Bruno.
Hermeneuta da Bíblia, Espinosa considerava-a uma obra metafórica e alegórica que não exprimia a verdade sobre Deus. Opôs-se a todo o género de superstições, tendo-se notabilizado pela sua frase «Deus sive natura» («Deus, ou seja, a natureza»). Não admira pois que, da expulsão decretada em português pela sinagoga de Amesterdão, faça parte a imprecação de que «Deus jamais lhe perdoe os seus pecados» e que «a cólera e a indignação do Senhor o cerquem e para sempre se abatam sobre a sua cabeça». Para subsistir, Espinosa trabalhou no polimento de lentes nas épocas em que viveu em casas de famílias de Outerdek e Rijnsburg. Recebia, contudo, correspondência de personalidades tão destacadas como o filósofo Leibniz, o médico Ludovico Meyer, Henry Oldenburg, da Royal Society, e o cientista holandês Huygens. Luís XIV ofereceu-lhe uma pensão para que Espinosa lhe dedicasse um livro, o que ele recusou. Em 1670, Espinosa trocou Amesterdão por Haia, onde concluiu o seu Tratado Teológico-Político, que recebeu críticas dos poderes políticos e religiosos. Recusou o convite da Universidade de Heidelberg, para poder manter a independência de pensamento. Morreu no domingo de 21 de fevereiro de 1677, vitimado por tuberculose. Tinha 44 anos, e muitos anos depois o escritor Jorge Luis Borges haveria de dizer que era um dos homens com quem mais teria gostado de conversar. Ética teve publicação póstuma devida à dedicação dos seus amigos.

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