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Poèmes Saturniens eBook

de Paul Verlaine
idioma: francês
Editor: Saga, Lindhardt Ringhof A/S (FR), junho de 2021 ‧
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Ebook para ADE
Les trente-sept poèmes de ce volume constituent le premier recueil de Paul Verlaine. Dans un style doux et poignant, la voix lyrique du poète dévoile un cœur sensible en proie à la mélancolie. Un amour pur infuse ses mots, comme une chanson terne, réminiscences de ses échecs amoureux.Avec les «Poèmes Saturniens», Verlaine nous fait voyager dans son pays où la signification laisse place au rythme et à la musique, et signe le renouveau de la poésie française.

Poèmes Saturniens

de Paul Verlaine

Propriedade Descrição
ISBN: 9788726851663
Editor: Saga, Lindhardt Ringhof A/S (FR)
Data de Lançamento: junho de 2021
Idioma: Francês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Francês > Literatura > Poesia
EAN: 9788726851663
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Paul Verlaine

Paul-Marie Verlaine nasce na Lorena a 30 de março de 1844, filho de um militar. Em 1851 a sua família muda-se para Paris, onde Verlaine estudará até obter o bacharelato. No ano de 1862, inscreve-se na Faculdade de Direito, altura em que começa a frequentar os cafés e a beber regularmente. Em 1864 decide abandonar os estudos definitivamente, já depois da publicação do seu primeiro poema (1863), e torna-se funcionário da Câmara Municipal de Paris. O poeta troca correspondência e contacta com vários escritores e artistas da época, como por exemplo Victor Hugo, Charles Cros e Villiers.
Em 1870, casa com Mathilde Mauté de Fleurville, casamento que será perturbado quando, no ano seguinte, Verlaine conhece Rimbaud, com quem mantém estreita amizade com uma dimensão homossexual. Esta relação levará Mathilde a pedir a separação judicial em 1872, ano em que Verlaine embarca com Rimbaud para Londres. Este relacionamento acabará em 1875.
Entre 1875 e 1879 o poeta é alternadamente professor em Inglaterra e França, país para onde regressará definitivamente. Segue-se um período de escrita intensa, atribulado por dificuldades económicas e de saúde, numa sucessão de internamentos em vários hospitais. Morre a 8 de janeiro de 1896 de uma congestão pulmonar.
Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a «Poemas Saturnianos e Outros», afirma: «Ao lermos hoje os poemas de Verlaine, resta sobretudo a beleza da sua música soberana e misteriosamente evocadora das vertigens por vezes discretas — mas nem por isso menos cativantes — de um espírito vibrátil e sensível aos mais ínfimos acordes do ser — acordes harmoniosamente dissonantes, como os de qualquer poesia que não hesite em interrogar o doloroso enigma que se abriga nos mil fragmentos do real e lhes dá, a cada um deles, uma alma própria e insubstituível.»

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