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Picture Of Dorian Gray eBook

de Oscar Wilde
idioma: inglês
Editor: Mint Editions, março de 2020 ‧
13,24€
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Ebook para ADE

Dorian Gray is arrogant. He is pompous, selfish, devastatingly narcissistic, and for much of his life he has never had to think twice about the ramifications of his actions.


When the arrival of artist Basil Hallard forces Gray to confront his deepest insecurities, Dorian’s most vulnerable self is imminently revealed. After having traded his righteousness for riches, Dorian Gray becomes faced with many regretable truths. Needing to own up to his actions, Gray must finally learn to deal with the consequences of living a life completely self-obsessed. Gripping with prose so relateable to the many connundrums of growing up, Wilde weaves a narrative of self-desire and self-actualization. A true coming of age tale in a time where the glamour of appearance was as heavy as the currency in your pocket.

Since our inception in 2020, Mint Editions has kept sustainability and innovation at the forefront of our mission. Each and every Mint Edition title gets a fresh, professionally typeset manuscript and a dazzling new cover, all while maintaining the integrity of the original book.

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Picture Of Dorian Gray

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9781513263915
Editor: Mint Editions
Data de Lançamento: março de 2020
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Mint Editions (Philosophical And Theological Work)
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9781513263915
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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