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Os Mortos E Misticismo Humorístico: Dois Contos De Eça De Queirós eBook

Literatura

de Eça de Queiroz
idioma: português do brasil
Editor: Pop Stories, outubro de 2022 ‧
0,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Este volume reúne dois contos de Eça de Queirós que se constroem a partir de situações inesperadas e deslocamentos do cotidiano. Em ambos, encontros improváveis e ideias fora do comum conduzem a narrativa por caminhos onde vida, morte e transformação surgem de forma surpreendente. Em "Os mortos são felizes", a história parte da afirmação de que a morte não representa uma ruptura dolorosa. A narrativa avança acompanhando essa visão singular, associando a passagem dos mortos a uma integração tranquila com a natureza e a um estado de repouso distante das inquietações do mundo dos vivos. Já em "Misticismo humorístico", o narrador relata um encontro casual com um antigo amigo que abandonou a vida anterior para se tornar saltimbanco. A conversa entre os dois se desenrola entre lembranças, estranhamento e humor, revelando aos poucos a trajetória inesperada desse personagem errante.

Os Mortos E Misticismo Humorístico: Dois Contos De Eça De Queirós

Literatura

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554112208
Editor: Pop Stories
Data de Lançamento: outubro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 14
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Minipops
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
eBooks em Português > Literatura > Contos
EAN: 9786554112208
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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