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Os Moedeiros Falsos - André Gide eBook

de André Gide
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, agosto de 2021 ‧
1,99€
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Ebook para wook reader
André Paul Guillaume Gide (1869-1951), conhecido como André Gide, foi um renomado escritor francês. Prêmio Nobel de Literatura em 1947 e fundador da prestiada Editora Gallimard, André Gide é uma das personalidades mais destacadas da vida cultural francesa deste século. Sua obras apresentam muitos aspectos autobiográficos e nela são expostos conflitos morais e religiosos que não desconsideram suas tendências homossexuais. Com o romance experimental Os Moedeiros Falsos,  escrito em 1925, André Gide atingiu o ápice de sua carreira de escritor. Trata-se de um romance de trama complexa e múltipla, continuamente interrompida por reflexões do romancista Edouard. Osw Moedeiros Falsos é considerado atualmente uma obra-prima da literatura francesa.

Os Moedeiros Falsos - André Gide

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558940906
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: agosto de 2021
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 96
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9786558940906

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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