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Os Devaneios Do Caminhante Solitário eBook

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, julho de 2020 ‧
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Ebook para wook reader
Jean-Jacques Rousseau,  filósofo, teórico social e político, romancista e protorromântico, foi um dos intelectuais mais importantes do século XVIII e adquiriu notoriedade durante sua vida com uma sucessão de obras populares e importantes. Ao atacar a religião oficial e denunciar a corrupção da sociedade contemporânea, investiu não só contra o stablishment, mas também contra o pensamento iluminista predominante nos salões parisienses. Os devaneios do caminhante solitário, seu último livro, é um relato maravilhosamente lírico, sentimental e às vezes obsessivo de um homem que, ao envelhecer, ajusta contas com o passado. Os Devaneios é precursor vital das grandes obras do isolamento e desespero de escritores como Dostoiévski, Beckett e Salinger, que exerceram enorme impacto no desenvolvimento do romance no século XX. Não é sem razão que Devaneios de um Caminhante Solitário faz parte da famosa coletânea: "1001 Livros para ler antes de morrer".            

Os Devaneios Do Caminhante Solitário

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9786587921259
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: julho de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 116
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9786587921259
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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