10% de desconto

O Retrato De Dorian Gray eBook

Oscar Wilde

de Oscar Wilde
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, outubro de 2024 ‧
1,49€
10% DESCONTO CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
O Retrato de Dorian Gray é uma obra que investiga a busca da beleza e da juventude, entrelaçando questões de moralidade, arte e identidade. Oscar Wilde apresenta Dorian Gray como um jovem impressionável, cujas escolhas são influenciadas pelo hedonismo de Lord Henry Wotton. Através de um retrato que envelhece em seu lugar, Wilde explora a dualidade entre a aparência externa e a corrupção interna, questionando os limites da autoindulgência e os custos da busca por prazer. Desde sua publicação, O Retrato de Dorian Gray tem sido reconhecido por sua crítica à superficialidade da sociedade vitoriana e pela análise da relação entre arte e vida. A obra destaca o impacto do hedonismo na moralidade, refletindo sobre como as ações de Dorian, em sua busca por gratificação pessoal, levam à sua ruína. A relevância da novela perdura, pois aborda temas como a identidade e a responsabilidade moral em um mundo obcecado por aparências. Ao examinar as consequências de viver sem limites e a degradação do espírito humano, O Retrato de Dorian Gray oferece profundas reflexões sobre as dilemas éticos que permanecem atuais na sociedade contemporânea.

O Retrato De Dorian Gray

Oscar Wilde

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558946533
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 160
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786558946533
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

(ver mais)

DO MESMO AUTOR