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O Imoralista eBook

de André Gide
idioma: português do brasil
Editor: Nova Fronteira, fevereiro de 2025 ‧
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Ebook para wook reader
O imoralista é uma das obras mais ousadas de André Gide. Publicado originalmente em 1902, o romance traz a história de um jovem casado que, depois de se recuperar de uma grave doença, ganha um novo gosto pela vida ao conhecer um adolescente árabe numa terra africana então desconhecida e "selvagem". Nesta narrativa, o escritor francês ergue a voz contra os preconceitos do mundo burguês e denuncia corajosamente os obstáculos à liberdade do homem. Com traços autobiográficos, o livro é um dos trabalhos de maior sucesso de Gide, que ganhou o prêmio Nobel de Literatura anos depois, em 1947.

O Imoralista

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9786556409320
Editor: Nova Fronteira
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Clássicos De Ouro
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786556409320
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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