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O Fantasma De Canterville: The Canterville Ghost eBook

Edição Bilíngue Português - Inglês

de Oscar Wilde
idioma: português do brasil
Editor: LANDMARK, Janeiro de 2012 ‧
2,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Quando o milionário norte-americano Hiram B. Otis comprou a histórica mansão Canterville Chase, não fazia ideia que estava também adquirindo um inquilino para lá de excêntrico, Sir Simon Canterville, um fantasma que há mais de trezentos anos assombra o local e que está disposto a assustá-los de tal maneira que os leve a vender de novo a casa e irem embora. Mas Hiram pensa que o problema deve ser resolvido de forma científica, enquanto a esposa Lucrécia descobre que um fantasma à solta até dá certa originalidade aos jantares que organiza. Apenas sua filha adolescente, Virginia, compreende a tragédia que amaldiçoa Sir Simon e vendo-o sentado sozinho e deprimido, a filha se compadece e oferece sua ajuda na tentativa de libertá-lo do assombro. Mais que uma história singela e dedicada às crianças, Oscar Wilde aborda a questão da desvalorização da arte pelos burgueses, novos ricos desprovidos de cultura e tradição que alegavam que o artista cobrava caro por uma simples "mercadoria". Reagindo à diminuição do seu trabalho, os artistas procuram chocar a burguesia, como podemos perceber na obra em análise, cujo autor tece críticas através de sua arte: discute a rivalidade entre Inglaterra e Estados Unidos na Era Vitoriana. Critica de modo bem-humorado e sarcástico tanto o comercialismo e a falta de cultura dos americanos, quanto a arrogância e a decadência dos ingleses.

O Fantasma De Canterville: The Canterville Ghost

Edição Bilíngue Português - Inglês

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9788588781535
Editor: LANDMARK
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 96
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788588781535

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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