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Monkey Grammarian eBook

de Octavio Paz
idioma: inglês
Editor: ARCADE, julho de 2017 ‧
12,90€
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Ebook para ADE
Nobel Prize-winner Octavio Paz offers a dazzling mind journey to the sources of poetry. Poet, diplomat, writer, philosopher, hailed as an "intellectual literary one-man band" by the New York Times Book Review, Nobel Prize-winner Octavio Paz was a key figure in the Latin American Literary Renaissance and in world literature. In this entrancing work, part prose-poem and part rumination on the origins of language and the antic, erotic, sacred nature of poetry, Paz takes inspiration from Hanuman, the red-faced monkey chief and ninth grammarian of Hindu mythology. On a journey to the temple city of Galta in India—which Paz finds partially ruined in a leaf-filled countryside surrounded by forbidding hills—Hanuman’s mythical encounters serve as the springboard for the poet’s speculations on all manners of things, from movement and fixity to meaning and identity, the reality behind language, and the nature of nature. Images of the holy city, complete with the marauding monkeys for which it is known, constantly obtrude on his musings. Perhaps the most poetic of Paz’s prose works, The Monkey Grammarian is visual: every page is rich in images, of palaces and temples, pilgrims and sadhus, and the monkey god himself. Paz’s probing, crystalline prose makes this an unforgettable voyage of the mind.

Monkey Grammarian

de Octavio Paz

Propriedade Descrição
ISBN: 9781628727753
Editor: ARCADE
Data de Lançamento: julho de 2017
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Guias Turísticos e Mapas > Ásia, Pacífico e Oceânia
EAN: 9781628727753
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Octavio Paz

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1990

Escritor e poeta prolífico mexicano, Octavio Paz nasceu a 31 de março de 1914, na Cidade do México. Filho de um jornalista que se tornou secretário do revolucionário Emilio Zapata e neto de um autor de romances dedicados ao martírio indígena, beneficiou da extensa biblioteca do seu avô, interessando-se desde muito cedo pela literatura. Com o assassinato de Zapata, em 1919, a família de Octavio Paz foi forçada a exilar-se, demorando-se algum tempo nos Estados Unidos da América. De regresso ao México, ingressou no curso de Direito da Universidade Nacional mas, ambicionando vir a tornar-se poeta, não chegou a obter o seu diploma. Estreou-se em 1933 com a publicação da sua primeira coletânea de poemas, Luna Silvestre.
Em 1937 partiu para Espanha, com o intuito de tomar assento no Segundo Congresso Internacional de Escritores Anti-Fascistas, a decorrer na cidade de Valencia, mas acabou por combater nas fileiras republicanas durante a Guerra Civil Espanhola. Teve ocasião de conhecer colegas como Ilja Ehrenburg, André Gide e André Malraux. Simpatizando com os ideais comunistas, publicou nesse mesmo ano de 1937 Bajo Tu Clara Sombra y Otros Poemas e No Pasarán! obras que refletem as suas experiências em solo espanhol. Em 1938 participou na fundação de uma revista, Taller, que procurava estabelecer uma nova geração de escritores no México, ansiando pela liberdade em tons de surrealismo. Em 1943 viajou até aos Estados Unidos da América munido de uma bolsa atribuída pela Fundação Guggenheim, tomando contacto com a poesia modernista na Universidade de Berkeley.
Em 1945 entrou ao serviço do Corpo Diplomático Mexicano e foi enviado para Paris, onde escreveu Liberdad Bajo Palabra (1949) e El Laberinto De La Soledad (1950). Publicou a sua primeira experiência em prosa poética em 1951, com o título Águila O Sol?, e em 1956 apareceu El Arco Y La Lira, um ensaio sobre as literaturas francesa e espanhola. Depois de ter composto Piedra De Sol (1957) e cumprido uma missão no Japão, Octavio Paz foi nomeado embaixador do México na Índia, em 1962. Acabou por se demitir em 1968, em sinal de protesto contra o massacre dos estudantes na Praça Tlateloco, que se manifestavam contra o governo pouco tempo antes dos Jogos Olímpicos do México.
Seguiu então uma carreira académica, marcada pela passagem por instituições de prestígio como as universidades de Cambridge e de Harvard, mantendo a atividade editorial. Foi galardoado com inúmeros prémios, entre os quais se destacam o Neustadt, em 1982, e o Nobel da Literatura, em 1990.
Octavio Paz faleceu a 19 de abril de 1998.

Octavio Paz. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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