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Metropolis eBook

de Thea Von Harbou
idioma: inglês
Editor: Dreamscape Media, Janeiro de 2023 ‧
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Ebook para ADE
The book behind Fritz Lang''s landmark 1927 science-fiction film Metropolis This book is not of today or of the future. It tells of no place. It serves no cause, party or class. It has a moral which grows on the pillar of understanding: The mediator between brain and muscle must be the Heart. , Thea von Harbou, in the novel''s original epigraph Originally published in German in 1925, this expressionist epic tells a story about class difference and love in a city that boasts technological growth at the expense of exploited laborers, contending with the relationship between advances in technology and social progress. Written in tandem with the 1927 science-fiction film of the same name, which was directed by Thea von Harbou''s husband Fritz Lang, the story, through both the novel and the film, has inspired and influenced countless works of art, creating a legacy that extends across the science-fiction genre and beyond it.

Metropolis

de Thea Von Harbou

Propriedade Descrição
ISBN: 9781666632835
Editor: Dreamscape Media
Data de Lançamento: Janeiro de 2023
Idioma: Inglês
Páginas: 286
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção Científica
EAN: 9781666632835
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Thea Von Harbou

Thea von Harbou (1888-1954) foi uma escritora, argumentista, atriz e realizadora alemã.
Criança prodígio, criada no seio de uma família aristocrática e de funcionários públicos, estudou com tutores privados. Aos 13 anos, lia em diversas línguas e já tinha publicado histórias e um livro de poemas.
Mas Thea era uma rapariga moderna e queria ganhar a vida. Contra a vontade do pai começou a trabalhar como atriz sem nunca deixar de escrever e publicar. Casou-se muito jovem, aos 18 anos, durante a Primeira Guerra Mundial. Autora de dezenas de argumentos de alguns dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, colaborou com o seu segundo marido, Fritz Lang, mas também com F. W. Murnau, Carl Dreyer ou E. A. Dupont.
Depois do seu divórcio de Lang, que, entretanto, tinha começado a perseguir jovens atrizes, Thea apaixona-se e casa-se secretamente com um estudante indiano a residir então na Alemanha. O casamento teve de ser secreto porque o partido nazi não permitia a união de uma ariana com um homem de pele mais escura. Nunca deixou a Alemanha mesmo durante o período nazi. Realizou dois filmes, mas não gostou da experiência, preferindo continuar a trabalhar como argumentista das películas de propaganda do regime.
No pós-guerra, foi feita prisioneira. Embora muitos a acusassem de simpatias nazis, Thea afirmou ter continuado a trabalhar para ajudar secretamente imigrantes indianos como o seu marido. Entre 1945 e 1946 trabalhou nas ruas a recolher entulho.
Anos mais tarde foi reabilitada e o cinema alemão prestou-lhe homenagem, mas Harbou estava já muito debilitada e viria a falecer aos 65 anos, tendo escrito até aos últimos momentos de vida, ditando na cama no hospital.

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