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Metropolis eBook

de Thea Von Harbou
idioma: inglês
Editor: Vulpine Press, junho de 2022 ‧
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Ebook para ADE

Published 2 years before the ground-breaking film, Metropolis is set in an advanced city of the future, built upon the exploitation of the working class.

"The mediator of the head and the hands must be the heart." (quote from the text)

Metropolis

de Thea Von Harbou

Propriedade Descrição
ISBN: 9781839191190
Editor: Vulpine Press
Data de Lançamento: junho de 2022
Idioma: Inglês
Páginas: 312
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9781839191190
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Thea Von Harbou

Thea von Harbou (1888-1954) foi uma escritora, argumentista, atriz e realizadora alemã.
Criança prodígio, criada no seio de uma família aristocrática e de funcionários públicos, estudou com tutores privados. Aos 13 anos, lia em diversas línguas e já tinha publicado histórias e um livro de poemas.
Mas Thea era uma rapariga moderna e queria ganhar a vida. Contra a vontade do pai começou a trabalhar como atriz sem nunca deixar de escrever e publicar. Casou-se muito jovem, aos 18 anos, durante a Primeira Guerra Mundial. Autora de dezenas de argumentos de alguns dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, colaborou com o seu segundo marido, Fritz Lang, mas também com F. W. Murnau, Carl Dreyer ou E. A. Dupont.
Depois do seu divórcio de Lang, que, entretanto, tinha começado a perseguir jovens atrizes, Thea apaixona-se e casa-se secretamente com um estudante indiano a residir então na Alemanha. O casamento teve de ser secreto porque o partido nazi não permitia a união de uma ariana com um homem de pele mais escura. Nunca deixou a Alemanha mesmo durante o período nazi. Realizou dois filmes, mas não gostou da experiência, preferindo continuar a trabalhar como argumentista das películas de propaganda do regime.
No pós-guerra, foi feita prisioneira. Embora muitos a acusassem de simpatias nazis, Thea afirmou ter continuado a trabalhar para ajudar secretamente imigrantes indianos como o seu marido. Entre 1945 e 1946 trabalhou nas ruas a recolher entulho.
Anos mais tarde foi reabilitada e o cinema alemão prestou-lhe homenagem, mas Harbou estava já muito debilitada e viria a falecer aos 65 anos, tendo escrito até aos últimos momentos de vida, ditando na cama no hospital.

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