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Memórias De Um Sargento De Mílicias eBook

de Manuel Antônio de Almeida
idioma: português do brasil
Editor: Paulus Editora, setembro de 2014 ‧
4,99€
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A narrativa de Memórias de um Sargento de Milícias, de estilo jornalístico e direto, incorpora a linguagem das ruas e das classes média e baixa, fugindo dos padrões românticos da época, em que os romances retratavam os ambientes aristocráticos. A experiência de ter tido uma infância pobre contribuiu para que Manuel Antônio de Almeida desenvolvesse a sua obra.

Memórias De Um Sargento De Mílicias

de Manuel Antônio de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9788534940276
Editor: Paulus Editora
Data de Lançamento: setembro de 2014
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 200
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Nossa Literatura
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Infantis e Juvenis > Livros de referência
EAN: 9788534940276
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Manuel Antônio de Almeida

Manuel Antônio de Almeida, escritor e jornalista brasileiro, militante na imprensa liberal, nasceu no bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, em 17/11/1831, e faleceu no naufrágio do vapor Hermes, que navegava de Macaé a Campos, em 28/11/1861, cidade para a qual se dirigia a fim de granjear apoios para o cargo de deputado provincial. Além das Memórias de um sargento de milícias, publicadas primeiramente no jornal carioca Correio Mercantil entre 1852 e 1853 e depois em livro entre 1854 e 1855, escreveu também a ópera Dois amores, publicada e encenada em dezembro de 1861, e traduziu do francês o folhetim Gondicar, ou o amor do cristão, de Louis Friedel, o romance O rei dos mendigos, de Paul Féval, e participou, com Machado de Assis e outros, da malograda tradução do trabalho O Brasil pitoresco, de Charles Ribeyrolles. Além disso, escreveu artigos e poesias na imprensa, vários deles assinados, mas a maioria sem assinatura, em virtude do anonimato que muita vez predominava nesse meio. Entre 1857 e 1859, exerceu o cargo de diretor da Tipografia Nacional, e foi ali que fez amizade com Machado de Assis. Parece ter passado por grandes apuros materiais. Formado em medicina, com tese defendida em 1855, jamais praticou esse ofício. O valor de sua obra só foi efetivamente reconhecido no século XX, sobretudo a partir do Movimento Modernista, deflagrado em 1922.

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