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Memórias De Um Sargento De Milícias eBook

Texto Integral Com Comentários

de Manuel Antônio de Almeida
idioma: português do brasil
Editor: Literatura, setembro de 2013 ‧
1,08€
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"Publicado em folhetins no Correio Mercantil, sob o pseudônimo de Um Brasileiro, o escritor conta a vida de Leonardo--Pataca e de seu filho, Leonardo, no meio de retratos das camadas mais baixas da sociedade do Rio de Janeiro. Trata-se de uma narrativa de costumes na qual tipos sociais são apresentados, compondo um retrato da época, Rio de Janeiro no Segundo Reinado, de D. João VI."

Memórias De Um Sargento De Milícias

Texto Integral Com Comentários

de Manuel Antônio de Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9788536817507
Editor: Literatura
Data de Lançamento: setembro de 2013
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788536817507

SOBRE O AUTOR

Manuel Antônio de Almeida

Manuel Antônio de Almeida, escritor e jornalista brasileiro, militante na imprensa liberal, nasceu no bairro da Gamboa, no Rio de Janeiro, em 17/11/1831, e faleceu no naufrágio do vapor Hermes, que navegava de Macaé a Campos, em 28/11/1861, cidade para a qual se dirigia a fim de granjear apoios para o cargo de deputado provincial. Além das Memórias de um sargento de milícias, publicadas primeiramente no jornal carioca Correio Mercantil entre 1852 e 1853 e depois em livro entre 1854 e 1855, escreveu também a ópera Dois amores, publicada e encenada em dezembro de 1861, e traduziu do francês o folhetim Gondicar, ou o amor do cristão, de Louis Friedel, o romance O rei dos mendigos, de Paul Féval, e participou, com Machado de Assis e outros, da malograda tradução do trabalho O Brasil pitoresco, de Charles Ribeyrolles. Além disso, escreveu artigos e poesias na imprensa, vários deles assinados, mas a maioria sem assinatura, em virtude do anonimato que muita vez predominava nesse meio. Entre 1857 e 1859, exerceu o cargo de diretor da Tipografia Nacional, e foi ali que fez amizade com Machado de Assis. Parece ter passado por grandes apuros materiais. Formado em medicina, com tese defendida em 1855, jamais praticou esse ofício. O valor de sua obra só foi efetivamente reconhecido no século XX, sobretudo a partir do Movimento Modernista, deflagrado em 1922.

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