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Meditations On First Philosophy & Other Metaphysical Writings eBook

de Descartes
idioma: inglês
Editor: Arcturus Digital Limited, Janeiro de 2021 ‧
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The Meditations on First Philosophy is one of Descartes''s best-known works and one of the most influential philosophical texts ever written, this treatise offers Descartes'' metaphysical views on the relationship between the mind and thought, the nature of reality and how accumulated knowledge and our experiences affect us. First published in 1641, the work consists of six meditations on the following topics: the dubiousness of thoughts and assumptions - as Descartes puts it, ''what can be called into doubt''; the nature of the human mind; the existence of God; truth versus falsehood; the essence of material things and, finally, the difference between mind and body. For anyone interested in the study of philosophy, this is an essential and illuminating read.

This volume also includes the great philosopher''s Discourse on the Method, a brilliant discussion of reasoning and experimentation which helped establish the foundations of the scientific process, a selection of enlightening essays from his Principles of Philosophy and a classic introduction by Frank Sewall.

Meditations On First Philosophy & Other Metaphysical Writings

de Descartes

Propriedade Descrição
ISBN: 9781398809987
Editor: Arcturus Digital Limited
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Arcturus Classics
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9781398809987
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Descartes

René Descartes nasceu em La Haye (hoje Descartes), no departamento francês de Indre-et-Loire. Com oito anos, ingressou no Colégio Jesuíta Royal Henry-Le-Grand em La Flèche. Tinha bastante liberdade e era apreciado pelos professores, mas declarou no Discurso sobre o método deceção com o ensino escolástico. Depois, seguiu seus estudos, graduando com Bacherelato e Licenciatura em Direito em 1616, pela universidade de Poitiers. No entanto, Descartes nunca exerceu Direito, e em 1618 alistou-se no exército do Príncipe Maurício de Nassau, com a intenção de seguir carreira militar. Mas se declarava menos um ator do que um espectador: antes ouvinte numa escola de guerra do que verdadeiro militar. Conheceu então Isaac Beeckman, e compôs um pequeno tratado sobre música intitulado Compendium Musicae. É nessa época também que escreve Larvatus prodeo (Eu caminho mascarado). Em 1619, viajou até a Alemanha e no dia 10 de novembro teve uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico. Em 1622, ele retornou a França e passou os seguintes anos em Paris a algumas outras partes da Europa. Em 1628, ele compôs as Regulae ad directionem ingenii (Regras para a Direção do Espírito), e partiu para os Países Baixos, onde morou até 1649, mas mudando de endereço frequentemente. Em 1629 começou a trabalhar em Tratado do Mundo, uma obra de física, que deveria defender a tese do heliocentrismo, mas em 1633, quando Galileu foi condenado, Descartes abandonou seus planos de publicá-lo. Em 1635, a filha ilegítima de Descartes, Francine, nasceu. Ela foi batizada no dia 7 de agosto de 1635. Sua morte em 1640 foi um grande baque para Descartes. Em 1637, ele publicou três pequenos resumos de sua obra científica: A Dióptrica, Os Meteoros e A Geometria mas é o prefácio dessas obras que continua sendo lido até hoje: o Discurso sobre o método. Em 1641, aparece sua obra mais conhecida: as Meditações Sobre a Filosofia Primeira, com os primeiros seis conjuntos de Objeções e Respostas. Os autores das objeções são: do primeiro conjunto, o téologo holandês Johan de Kater; do segundo, Mersenne; do terceiro, Thomas Hobbes; do quarto, Arnauld; do quinto, Gassendi; e do sexto conjunto, Mersenne. Em 1642, a segunda edição das Meditações incluía uma sétima objeção, feita pelo jesuíta Pierre Bourdin, seguida de uma Carta a Dinet. Em 1643, a filosofia Cartesiana foi condenada pela Universidade de [|Utrecht]], e Descartes começou sua longa correspondência com Isabel da Boémia. Descartes publicou Os Princípios de Filosofia, uma espécie de manual cartesiano, e faz uma visita rápida a França em 1644, onde encontra o embaixador da França junto à corte sueca, Chanut, que o põe em contato com a rainha Cristina da Suécia. Nesta ocasião, teria declarado que o Universo é totalmente preenchido por um "éter" onipresente. Assim, a rotação do Sol, através do éter, criaria ondas ou redemoinhos, explicando o movimento dos planetas, tal qual uma batedeira. O éter também seria o meio pelo qual a luz se propaga, atravessando-o pelo espaço desde o Sol até nós. Em 1647 ele foi premiado com uma pensão pelo Rei da França e começou a trabalhar na Descrição do Corpo Humano. Ele entrevistou Frans Burman em Egmond-Binnen em 1648, resultando na Conversa com Burman. Em 1649 ele foi à Suécia a convite da Rainha Cristina, e suas Tratado das Paixões, que ele dedicou a Princesa Isabel, foram publicados. René Descartes morreu de pneumonia no dia 11 de fevereiro, 1650 em Estocolmo, Suécia, onde ele estava trabalhando como professor a convite da Rainha. Acostumado a trabalhar na cama até meio-dia, sua saúde por ter sofrido com as demandas da Rainha Christina - começavam seus estudos às 5 da manhã. Como um católico num país protestante, ele foi enterrado num cemitério de crianças não batizadas, em Adolf Fredrikskyrkan em Estocolmo. Depois, seus restos foram levados para a França e enterrados na Igreja de São Genevieve-du-Mont em Paris. Um memorial construído no século XVIII permanece na igreja sueca. Durante a Revolução Francesa seus restos foram desenterrados para irem para o Panthéon, ao lado de outros grandes pensadores franceses. A vila no vale Loire onde ele nasceu foi renomeada La Haye - Descartes. Em 1667, depois de sua morte, a Igreja Católica Romana colocou suas obras no Índice de Livros Proibidos.

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