10% de desconto

Ethics: Spinoza eBook

de Baruch de Espinosa
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, fevereiro de 2024 ‧
1,90€
10% DESCONTO CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Baruch Spinoza was a Dutch philosopher, one of the great rationalists and philosophers of the 17th century within the so-called Modern Philosophy, alongside René Descartes and Gottfried Leibniz. Spinoza believed that God was the mechanism that moved the Universe, and that the biblical texts were nothing more than symbols that dispense with any rational approach. According to his view, the texts contained therein do not translate the reality that involves the Creator and his creation. In the Protestant society that dominated the Netherlands, there was no room for such heretical thinking; therefore, the Jewish leaders, received with clemency by these religious figures, could not tolerate an attitude that went against the very foundations of Christianity. Spinoza was accused of blasphemy and expelled from the Synagogue of Amsterdam, being disinherited by his family. The book "Ethics – Demonstrated in the Geometrical Manner," completed in 1675, is his masterpiece and has influenced, and continues to influence, the thinking of numerous great philosophers.

Ethics: Spinoza

de Baruch de Espinosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558943624
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 242
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9786558943624
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Baruch de Espinosa

Baruch de Espinosa nasceu em Amesterdão a 24 de novembro de 1632, tendo sido um dos principais filósofos do século XVII, a par de Descartes e Leibniz. Nasceu no seio de uma família judaico-portuguesa, oriunda da vila alentejana da Vidigueira e fugida às perseguições da Inquisição. Recebeu dos pais o nome de Benedito de Espinosa, mas assinou Baruch em várias das suas obras, devido à sua condição de judeu nascido em Amesterdão. Acabou por adotar o nome Benedictus, ou seja, a correspondente palavra latina, depois da excomunhão hebraica ditada pela sinagoga portuguesa de Amesterdão em 1656. Espinosa foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de filósofos judeus, como Maimónides. Estudou Sócrates, Platão e Aristóteles, De Rerum Natura de Lucrécio, os epicuristas e o pensamento heterodoxo de Giordano Bruno.
Hermeneuta da Bíblia, Espinosa considerava-a uma obra metafórica e alegórica que não exprimia a verdade sobre Deus. Opôs-se a todo o género de superstições, tendo-se notabilizado pela sua frase «Deus sive natura» («Deus, ou seja, a natureza»). Não admira pois que, da expulsão decretada em português pela sinagoga de Amesterdão, faça parte a imprecação de que «Deus jamais lhe perdoe os seus pecados» e que «a cólera e a indignação do Senhor o cerquem e para sempre se abatam sobre a sua cabeça». Para subsistir, Espinosa trabalhou no polimento de lentes nas épocas em que viveu em casas de famílias de Outerdek e Rijnsburg. Recebia, contudo, correspondência de personalidades tão destacadas como o filósofo Leibniz, o médico Ludovico Meyer, Henry Oldenburg, da Royal Society, e o cientista holandês Huygens. Luís XIV ofereceu-lhe uma pensão para que Espinosa lhe dedicasse um livro, o que ele recusou. Em 1670, Espinosa trocou Amesterdão por Haia, onde concluiu o seu Tratado Teológico-Político, que recebeu críticas dos poderes políticos e religiosos. Recusou o convite da Universidade de Heidelberg, para poder manter a independência de pensamento. Morreu no domingo de 21 de fevereiro de 1677, vitimado por tuberculose. Tinha 44 anos, e muitos anos depois o escritor Jorge Luis Borges haveria de dizer que era um dos homens com quem mais teria gostado de conversar. Ética teve publicação póstuma devida à dedicação dos seus amigos.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR