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Emile (Barnes & Noble Digital Library) eBook

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: inglês
Editor: BARNES & NOBLE, março de 2012 ‧
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This edition includes a modern introduction and a list of suggested further reading.
 
Jean-Jacques Rousseau''s thesis that children are naturally good at birth violated the traditional Christian doctrine of origin sin. His argument that education should arise from children''s natural instincts and impulses rather than trying to civilize and socialize them challenged traditional schooling. Rousseau''s defenders see him as a pioneering thinker whose revolutionary ideas about permissive child rearing generated the movement for child-centered progressive education. His detractors, then as now, dismiss him as an inconsistent, wildly utopian, romantic who introduced anti-intellectualism into modern education. These wildly different interpretations of Rousseau''s Emile provoked controversy when it was published in 1762 and give the book a continuing relevance today.

Emile (Barnes & Noble Digital Library)

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9781411467873
Editor: BARNES & NOBLE
Data de Lançamento: março de 2012
Idioma: Inglês
Páginas: 640
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Barnes & Noble Digital Library
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
eBooks em Inglês > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9781411467873
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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