E, De Repente, A Alegria eBook
SINOPSE
Neste romance, a meio caminho entre a ficção e a confissão, o protagonista viaja pelo mundo e pelas suas memórias. É uma viagem com duas faces: a face pública, em que o protagonista-autor encontra os seus leitores; e o lado íntimo, em que aproveita cada momento de solidão para procurar a sua verdade.
Uma verdade que começa a despontar - dolorosa e inesperadamente - depois da morte dos pais, do divórcio, do afastamento do vício. Uma verdade que ganha novos matizes à medida que toma forma uma nova vida ao lado de um novo amor, uma vida em que os filhos se transformam na pedra angular sobre a qual gira a necessidade inadiável de encontrar a felicidade. Ou a alegria.
Se Em tudo havia beleza procurava no passado o caminho para regressar ao presente, aqui Manuel Vilas escreve uma história que vai buscar ímpeto ao passado para se lançar para o futuro e tudo o que ele pode trazer de inesperado. Depois da dor do auto-conhecimento, esta é a história da busca esperançada da alegria, essa reivindicação de fé e coragem em tempos convulsos, essa força maior da vida, que, como a beleza, pode estar em qualquer lugar.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896659912 |
| Editor: | ALFAGUARA |
| Data de Lançamento: | maio de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Páginas: | 408 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896659912 |
| Acessibilidade: | Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor |
OPINIÃO DOS LEITORES
Fantástico
Luísa B
Já tinha lido o primeiro de Manuel Vilas, e este não fica nada atrás. Um escritor que nos desperta as emoções. Aconselho vivamente.
Um tratado sentimental contemporâneo
Nuno Martins Ferreira
Um livro, tal como o anterior, de um escritor atormentado e que nos atormenta com o que somos na relação com o nosso passado individual e familiar. À beleza de um passado (muitas das vezes construído?) sucede-lhe a alegria de um presente depositado na vida dos seus filhos. Para ler de coração na mão.
E, de repente, a Alegria
Nointeriordoslivros.blogspot.com
Apesar do título, Manuel Vilas não esconde a volatilidade emocional que nos deu a conhecer no seu primeiro livro. Livro ao qual, de alguma forma, aqui parece dar continuidade, nos mergulhos que faz pelo seu mundo interior. É possível encontrar, a espaços, a alegria. Mas a tonalidade é outra. Talvez seja isso, aliás, a presença de uma certa tristeza ou melancolia que permite sentir a alegria e o êxtase que, aqui e ali, marcam a sua escrita.
Alegremo-nos
Cristiana
Apesar de não ter achado o livro genial - cansa um pouco alguma repetição -, o amor e a alegria de mãos dadas relembram constantemente que a recordação pode trazer o melhor que partilhámos com quem já não está presente. Lágrimas e gratidão como na vida.
Hino à alegria
Luis Jorge
A alegria é a coisa mais séria da vida. O autor diz que ela é revolucionária. O livro prova que há vida para lá da alegria e antes de lá chegarmos. Mas que ela é demasiado preciosa para todos. Nunca nos esquecermos dela para viver, é fazer com que ela apareça onde menos se espera.
Há uma harmonia dolorosa em cada frase deste livro.
Ana Catarina Jesus
Num relato assustadoramente intimista, Manuel Vilas leva-nos ao colo numa viagem por sentimentos que, muitas vezes, queremos reprimir. Atrave´s de uma prosa beli´ssima, que mais parece poesia, somos empurrados, a cada pa´gina, contra reflexo~es viscerais.
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