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Do Contrato Social eBook

Princípios Do Direito Político

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: português do brasil
Editor: Edipro, fevereiro de 2020 ‧
2,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Publicado em 1762, Do Contrato Social – Princípios do Direito Político é um impactante clássico das ciências políticas e da filosofia política, que fundamenta o nascimento dos direitos humanos e dos ideais igualitários. Considerado a obra-prima do filósofo iluminista Jean-Jacques Rousseau, este livro trabalha a ideia de que o poder político está no povo, e que, portanto, o povo é soberano e responsável pelo seu próprio destino. Um estudo dos princípios do Direito Político e da Teoria do Estado. "A leitura Do Contrato Social suscitou, ao longo da história, as interpretações mais díspares, frequentemente informadas por posicionamentos políticos e ideológicos, ou por elementos de caráter biográfico e histórico […]. Por todos os questionamentos que sua leitura suscita, Do Contrato Social continua a causar fascínio entre aqueles que se debruçam sobre o pensamento político da Modernidade, um pensamento continuamente alimentado pela tensão entre a concepção de modelos ideais e a formulação de propostas concretas."

Do Contrato Social

Princípios Do Direito Político

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9788552101192
Editor: Edipro
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 144
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Direito > História e Estudos do Direito
eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788552101192
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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