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Corydon - Gide eBook

de André Gide
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, maio de 2024 ‧
1,49€
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Ebook para wook reader
"Corydon" is the title of a set of essays by André Gide on homosexuality. The text was published separately between 1911 and 1920, and the complete book only had its first French edition in 1924. The essays make use of the testimony of naturalists, historians, poets, and philosophers to support Gide's argument that homosexuality existed in culturally and artistically advanced civilizations (such as Periclean Greece, the Italian Renaissance, and Elizabethan England), which was reflected in writers and artists from Homer and Virgil to Titian and Shakespeare in their representations of male-male relationships in a non-platonic or friendship form, as others proclaimed. Corydon, like its author, faced strong reactions from the conservative society of the time, but what the author did was simply to openly discuss the topic of homosexuality in sociological and historical terms. Corydon is a profound book that deserves to be read, regardless of the reader's view on the subject of homosexuality.

Corydon - Gide

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558942795
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 96
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Andre Gide Collection
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9786558942795
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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