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Clelia, Il Governo Dei Preti eBook

Romanzo Storico Politico

de Giuseppe Garibaldi
idioma: italiano
Editor: E-text, junho de 2020 ‧
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Clelia, o il governo dei preti è un romanzo anticlericale del 1870 di Giuseppe Garibaldi, nel quale l’autore racconta le tormentate vicende di un’immaginaria popolana romana, Clelia, di cui il cardinale Procopio si invaghisce follemente. Il racconto, ambientato nella Roma papalina, stigmatizza il radicato oscurantismo, il despotismo e il comportamento libertino di certi prelati.

Clelia, Il Governo Dei Preti

Romanzo Storico Politico

de Giuseppe Garibaldi

Propriedade Descrição
ISBN: 9788828102175
Editor: E-text
Data de Lançamento: junho de 2020
Idioma: Italiano
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Italiano > Literatura > Romance
EAN: 9788828102175

SOBRE O AUTOR

Giuseppe Garibaldi

Nacionalista revolucionário italiano nascido a 4 de julho de 1807, em Nice, a sul de França.

Passou a sua juventude como marinheiro nos navios mercantes do Mediterrâneo. Em 1833, integrou a Jovem Itália, movimento revolucionário italiano comandado por Guiseppe Mazzini e que tinha como finalidade a unificação do país que se encontrava sob domínio estrangeiro. Na época, esse movimento político e ideológico, que exaltava à unificação de Itália, ficou conhecido por Risorgimento (Renascimento).

Em 1834, o jovem foi condenado à morte por participar num motim, mas conseguiu fugir, exilando-se na América do Sul onde permaneceu durante 12 anos. Durante esse período, revelou grandes qualidades como chefe militar ao participar em diversas campanhas no Brasil (1836) e no Uruguai (1841). Aqui lutou contra o ditador argentino Rosas. Ainda nesse período, conheceu a heroína brasileira Ana Maria de Jesus Ribeiro com quem veio a casar e que ficou conhecida pelo nome de Anita Garibaldi.

Em 1848, regressou a Itália e juntou-se às tropas voluntárias que estavam ao serviço de Carlos Alberto, rei da Sardenha, que lutaram, sem sucesso, contra o exército austríaco na Lombardia. Um ano depois, liderou as tropas voluntárias até Roma, onde a República tinha sido declarada por Mazzini e outros nacionalistas. Garibaldi defendeu a cidade dos ataques franceses durante um mês, no entanto, viu-se obrigado a fazer um acordo com os Franceses. As tropas da retirada arriscaram passar pelo território controlado pelos Austríacos, o que provocou a morte, a captura e a dispersão de uma grande parte dos italianos. Anita Garibaldi, que tentava juntar-se ao marido, encontrou-se no meio deste confronto, vindo a falecer em agosto de 1849.

Guiseppe Garibaldi viu-se obrigado a novamente exilar-se, tendo partido para os Estados Unidos da América, para Staten Island (Nova Iorque), e onde adquiriu a cidadania norte-americana. Cinco anos depois, em 1854, regressou a Itália, estabelecendo-se na ilha de Caprera, a noroeste da Sardenha. Nessa altura, Garibaldi acreditava que a liberdade só poderia ser alcançada numa aliança com o rei da Sardenha, Víctor Emanuel, e com o conde de Cavour, Camilo Benso, no entanto, estes opunham-se ao seu republicanismo. Garibaldi foi ganhando vários adeptos, o que o envolveu politica e militarmente nos anos subsequentes.

Em 1859, liderou com sucesso uma expedição contra os Austríacos, nos Alpes, e liderou, em 1860, a expedição dos Camisas Vermelhas ou dos Mil (expedição conhecida por ambos os nomes), uma força de mil homens com a qual conquistou a Sicília e Nápoles contribuindo assim para a unificação italiana sob a denominação da Casa de Saboia.

Em 1862, o rei Víctor Emanuel declarou estabelecido o reino de Itália, apesar de não estar nele incluída a cidade de Roma, nem algumas regiões do norte de Itália. Entre 1862 e 1866, Garibaldi lutou, sem êxito, com o propósito de conquistar Roma. Em 1866, liderando um grupo de voluntários, participou, com o apoio de Napoleão III, numa segunda tentativa de unificação do reino, lutando não só contra os franceses, como também contra o estado pontificado, tentativa que se revelou fracassada. Em 1870, ofereceu os seus préstimos à França na luta contra a Áustria.

Depois de ter sido deputado no Parlamento italiano (1875), retirou-se definitivamente da vida política e militar, recolhendo-se na sua ilha de Caprera.

Guiseppe Garibaldi faleceu a 2 de junho de 1882, em Caprera, em consequência de uma bronquite. Tornou-se uma figura heroica imortalizada em várias obras literárias das quais se destaca Memórias de Garibaldi, biografia escrita por Alexandre Dumas. Em 2003, a Rede Globo realizou uma mini-série televisiva, A Casa das Sete Mulheres (baseada no romance homónimo de Leticia Wierzchowski), na qual Guiseppe Garibaldi e a sua esposa Anita foram representados pelos atores Thiago Lacerda e Giovana Antonelli, respetivamente.

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