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Breve Tratado De Deus, Do Homem E Do Seu Bem-Estar eBook

de Baruch de Espinosa
idioma: português do brasil
Editor: Autêntica Editora, julho de 2013 ‧
7,99€
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Ebook para wook reader
A Autêntica Editora apresenta a primeira tradução para o português desta obra clássica, que traz o Tratado de Baruch de Espinosa sobre Deus, o homem, o seu bem-estar e sua felicidade. Constituído de duas partes, seguidas de um apêndice, ela antecedeu Ética e é considerada um esboço de sua obra fundamental e uma das melhores introduções para leitores que desejam uma iniciação à filosofia espinosana. Foi nesta obra que Espinosa demonstrou, pela primeira vez, como conceber a nossa felicidade a partir da essência de Deus. Em o Breve Tratado, Spinoza trata dos aspectos fundamentais do ser humano, sua natureza, a religião, a liberdade humana e a união imediata com deus para a busca do bem-estar.

Breve Tratado De Deus, Do Homem E Do Seu Bem-Estar

de Baruch de Espinosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9788565381444
Editor: Autêntica Editora
Data de Lançamento: julho de 2013
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 176
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788565381444
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Baruch de Espinosa

Baruch de Espinosa nasceu em Amesterdão a 24 de novembro de 1632, tendo sido um dos principais filósofos do século XVII, a par de Descartes e Leibniz. Nasceu no seio de uma família judaico-portuguesa, oriunda da vila alentejana da Vidigueira e fugida às perseguições da Inquisição. Recebeu dos pais o nome de Benedito de Espinosa, mas assinou Baruch em várias das suas obras, devido à sua condição de judeu nascido em Amesterdão. Acabou por adotar o nome Benedictus, ou seja, a correspondente palavra latina, depois da excomunhão hebraica ditada pela sinagoga portuguesa de Amesterdão em 1656. Espinosa foi um profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de filósofos judeus, como Maimónides. Estudou Sócrates, Platão e Aristóteles, De Rerum Natura de Lucrécio, os epicuristas e o pensamento heterodoxo de Giordano Bruno.
Hermeneuta da Bíblia, Espinosa considerava-a uma obra metafórica e alegórica que não exprimia a verdade sobre Deus. Opôs-se a todo o género de superstições, tendo-se notabilizado pela sua frase «Deus sive natura» («Deus, ou seja, a natureza»). Não admira pois que, da expulsão decretada em português pela sinagoga de Amesterdão, faça parte a imprecação de que «Deus jamais lhe perdoe os seus pecados» e que «a cólera e a indignação do Senhor o cerquem e para sempre se abatam sobre a sua cabeça». Para subsistir, Espinosa trabalhou no polimento de lentes nas épocas em que viveu em casas de famílias de Outerdek e Rijnsburg. Recebia, contudo, correspondência de personalidades tão destacadas como o filósofo Leibniz, o médico Ludovico Meyer, Henry Oldenburg, da Royal Society, e o cientista holandês Huygens. Luís XIV ofereceu-lhe uma pensão para que Espinosa lhe dedicasse um livro, o que ele recusou. Em 1670, Espinosa trocou Amesterdão por Haia, onde concluiu o seu Tratado Teológico-Político, que recebeu críticas dos poderes políticos e religiosos. Recusou o convite da Universidade de Heidelberg, para poder manter a independência de pensamento. Morreu no domingo de 21 de fevereiro de 1677, vitimado por tuberculose. Tinha 44 anos, e muitos anos depois o escritor Jorge Luis Borges haveria de dizer que era um dos homens com quem mais teria gostado de conversar. Ética teve publicação póstuma devida à dedicação dos seus amigos.

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