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Bandolim eBook

de Adília Lopes
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, outubro de 2016 ‧
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Ebook para wook reader
Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. «Bandolim» é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema:

MODUS OPERANDI

Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.

Bandolim

de Adília Lopes

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1917-8
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Português
Páginas: 240
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Poesia Inédita Portuguesa
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Poucas palavras, grandes impactos

João F. Ribeiro

Só tenho pena de ter má memória, que me impede de relembrar as frases e excertos que tanto gostei. Fotografei-os todos.

Lirismo prosaico

J.S

O trabalho poético de Adília Lopes é prova de que há lirismo no banal, no prosaico, no detalhe mínimo de uma palavra. Porém, uma leitura mais atenta e de alguém experimentado, mostrará que, afinal, o que é simples é-o, apenas, aparentemente.

Adília Lopes e seu Bandolim

André Morais

Extraordinário livro de Adília Lopes. Em seu "Bandolim, a poeta nos convence, mais uma vez, de que a sua biografia é fundamental para compreensão do seu projeto estético. Em uma escrita límpida, clara, Adília Lopes abre suas recordações ao público leitor. Além disso, expõe fotografias de seu acervo pessoal, assinalando o "amadurecimento" da poeta. Amadurecimento entre aspas, pois a criança de 1964, rodeada por pombos, é a mesma criança hoje rodeada pelos versos maravilhosos, que pouco, ou quase nada, devem à tradição poética da poesia pós-Pessoa. A sua obra é um monumento da humanidade, assim como as pirâmides do Egito e a árvore à frente da casa da poetisa.

SOBRE O AUTOR

Adília Lopes

Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, nasceu em Lisboa em 1960 e faleceu a 30 de dezembro de 2024. Frequentou a licenciatura em Física, na Universidade de Lisboa, que viria a abandonar quando já estava prestes a completá-la. Começa a publicar a sua poesia no Anuário de Poetas não Publicados da Assírio & Alvim, em 1984. Antes disso, em 1983, começa uma nova licenciatura, em Literatura e Linguística Portuguesa e Francesa, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Pelo meio, antes de a terminar, publica o seu primeiro livro de poesia, Um Jogo Bastante Perigoso, em edição de autor (1985). Da sua extensa obra poética, destacam-se ainda os títulos Irmã Barata, Irmã Batata (2000), Manhã (2015), Bandolim (2016), Estar em Casa (2018), Dias e Dias (2020) e Choupos (2023). Dobra (2024) é a mais recente reunião da sua obra publicada, incluindo inéditos. Colaborou em diversos jornais e revistas, em Portugal e no estrangeiro, com poemas, artigos e poemas traduzidos.

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