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As Metamorfoses Do Elefante eBook

de José Luís Mendonça
idioma: português do brasil
Editor: wmf Martins Fontes, Janeiro de 2025 ‧
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Ebook para wook reader
As metamorfoses do elefante começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades, alarmadas, chamam surriso. A cacofonia de risadas é o pano de fundo da prodigiosa fabulação de José Luis Mendonça que conta, assim, a história da Angola pós-colonial. Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcão de asas redondas e um elefante de diversas faces. Tudo isso povoa os sete sonhos de Hermes Sussumuku, proféticas antevisões de impasses e desastres políticos. A brutal e sangrenta repressão que se seguiu a uma tentativa de golpe de estado no dia 27 de maio de 1977, abrindo feridas duradouras, é uma recorrente e doída memória que atravessa o relato. As metamorfoses do elefante é uma preciosidade literária em que lendas e surpreendentes metáforas dão sabor a uma linguagem criativa e original.

As Metamorfoses Do Elefante

de José Luís Mendonça

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585865081
Editor: wmf Martins Fontes
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 144
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786585865081
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

José Luís Mendonça

José Luís Mendonça, licenciado em Direito, tem vindo a exercer, também, o jornalismo nas colunas de diversos jornais angolanos. É diretor e redator-chefe do semanário Cultura - Jornal Angolano de Artes e Letras editado em Luanda. Publicou, o seu primeiro livro Chuva Novembrina, em 1981. Membro da União de Escritores Angolanos, em linha natural com todos os jovens escritores da denominada "novíssima geração", a sua produção escrita desponta como reflexo de uma situação histórica demasiado centralizadora e redutora, os seus textos constroem-se como uma unidade que gravita em torno do "sentir" do sujeito poético face à morte das utopias vanguardistas e revolucionárias dos anos 60 e 70 e do seu desencanto com a realidade do presente e a incerteza do futuro.

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