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Animalescos eBook

de Gonçalo M. Tavares
idioma: português do brasil
Editor: Dublinense, agosto de 2016 ‧
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Ebook para ADE
As relações entre homem, animal e máquina, entre civilização, brutalidade, fé, caos e violência, sociedade e instinto: Gonçalo examina o nosso mundo animalesco e o expõe através de textos cheios de reflexão e de significados."Ele não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater!"José Saramago, em 2005"Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de qualquer outro que você tenha lido antes. Ele tem um dom – como Kafka ou Beckett – de revelar os caminhos nos quais a lógica pode servir fielmente tanto à loucura quanto à razão. Seus livros podem ser sombrios e inquietantes, mas eles são, por isso mesmo, revigorantes numa forma que apenas o trabalho de um artista poderosamente original pode ser."Mark O'Conell, The New Yorker

Animalescos

de Gonçalo M. Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583180784
Editor: Dublinense
Data de Lançamento: agosto de 2016
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 120
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788583180784

SOBRE O AUTOR

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra que está a ser traduzida em mais de sessenta países. A sua linguagem em rutura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da atualidade. Recentemente, Le Quartier (O Bairro), de Gonçalo M. Tavares, recebeu o prestigioso Prix Laure-Bataillon 2021, atribuído ao melhor livro traduzido em França, sucedendo assim à Nobel da Literatura Olga Tokarczuk, que recebeu este prémio em 2019, e ao escritor catalão Miquel de Palol. Ainda em 2021, O Osso do Meio foi também distinguido no Oceanos, um dos mais relevantes prémios de língua portuguesa. De entre a sua vasta bibliografia, vinte e duas das suas obras já foram distinguidas, em diversos países. Foi seis vezes finalista do prémio Oceanos, tendo sido premiado três vezes. Foi ainda duas vezes finalista do Prix Médicis e duas vezes finalista do Prix Femina, entre outras distinções de relevo, como o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010. Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. A The New Yorker afirmou que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».

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