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Amazônia Indígena eBook

de Marcio Souza
idioma: português do brasil
Editor: Record, agosto de 2015 ‧
11,99€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Com a bagagem de mais de quarenta anos de dedicação à cultura amazonense, Márcio Souza encarregou-se da tarefa monumental de reunir a mais recente pesquisa sobre a Amazônia e os índios da região, derrubando falsas ideias construídas por décadas de desinformação. Em capítulos curtos, de leitura fácil mas repletos de informação, Amazônia indígena fala das culturas primitivas da Amazônia, passando pelos horrores do processo colonial e dos sucessivos genocídios de indígenas que ocorreram na história do Brasil, até as atuais polêmicas ambientais. Os índios foram – e ainda são – bravos resistentes diante do poderio econômico e bélico das multinacionais e da destruição da floresta. Essencial para repensar a relação do Brasil com seus habitantes mais antigos, Amazônia indígena é uma densa e empolgante obra sobre o gigantismo da cultura dos índios e uma intensa reflexão sobre os rumos que o território amazônico está tomando.

Amazônia Indígena

de Marcio Souza

Propriedade Descrição
ISBN: 9788501103888
Editor: Record
Data de Lançamento: agosto de 2015
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 256
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788501103888
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Marcio Souza

Formado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, Márcio Gonçalves Bentes de Souza é o melhor produto de exportação da Amazónia, vencendo de longe o artesanato local e o forte guaraná. O actual presidente da Funarte, nasceu em Manaus, no dia 4 de março de 1946 e sempre se interessou pelas artes e, aos 18 anos, já trabalhava como crítico de cinema no jornal O Trabalhista. No mesmo ano, participou da fundação do Grupo de Estudos Cinematográficos do Amazonas. No ano seguinte, se dividiu entre a função de crítico de cinema - dessa vez para O Jornal - e a produção cinematográfica: realiza o filme experimental Rapsódia Incoerente. Polivalente, Márcio de Souza ainda assume o cargo de Coordenador de Edições do Governo do Estado do Amazonas. Em 1966, participa da Oitava Bienal de São Paulo, com o filme Prelúdio Azul e arrisca os primeiros passos no mundo das Letras com o livro O Mostrador de Sombras, sobre crítica cinematográfica. Com o passar dos anos, Márcio continua a dividir-se entre o jornalismo, o cinema, a literatura, a vida pública e ainda encontra tempo para se dedicar ao teatro, onde escreve e dirige peças como O Pequeno Teatro da Felicidade e O Elogio da Preguiça e participa do III Festival Nacional de Teatro, em 69. Dois anos depois, escreve o roteiro do curta-metragem O País do Futebol, de Hector Babenco. Assume, em 1976, o cargo de director de planeamento da Fundação Cultural do Amazonas e, em 77, torna-se colunista semanal do suplemento cultural Ilustrada, do jornal A Folha de S. Paulo, cargo que ocupou até 1984. Foi, também, director do Departamento Nacional do Livro, da Fundação Biblioteca Nacional, antes de assumir a presidência da Funarte, em 1995. Márcio de Souza também é autor de Lealdade, Breve História do Amazonas, A Caligrafia de Deus, Operação Silêncio e O Empate Contra Chico Mendes e dá cursos e seminários por todo o Brasil e no exterior.

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