A venturosa história do usbeque mudo eBook

de Luis Sepúlveda

Livro eBook
editor: Porto Editora

É sabido que a juventude é o tempo dos grandes ideais, das grandes lutas, mas também do pensamento positivo, das noitadas de copos com os amigos e da inquietação sentimental. Os jovens sul-americanos da década de 1970 não foram exceção. Nestas histórias romanceadas, Luis Sepúlveda relata o passado e os sonhos de uma geração, mas através da lente do amor e dos afetos, assim diluindo as tensões e trazendo a lume, intactas, as paixões avassaladoras e o entusiasmo de uma juventude militante. 

Com um misto de divertimento e nostalgia, estas páginas farão reviver «o belo sonho de sermos jovens, sem ter de pedir licença».

A venturosa história do usbeque mudo

de Luis Sepúlveda

ISBN: 978-972-0-68658-9
Editor: Porto Editora
Idioma: Português
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato: ePUB i
Classificação temática: eBooks em Português > Literatura > Contos
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Para um dia triste...

Armando Sousa

A escrita de Spúlveda não engana nem desilude. Neste livro conta-nos momentos hilariantes de adolescentes, levando a cabo, em nome de um ideal político, ações que, pelas razões mais diversas, parecem sempre condenadas ao fracasso. São narrativas interessantes, entusiasmantes e bem dispostas, com finais inenarráveis. Para um dia de "ego em baixo" recomendo esta leitura. Obrigado Luís Sepúlveda, estejas onde estejas.

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Memórias revolucionárias

Maria Marques

Sepúlveda recorda histórias de revolucionários na América Latina, com a mestria de sempre. Um olhar irónico e desiludido sobre o que poderia ter sido e que a vida e os homens não permitiram ser.

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Imaginação

António Baptista

O autor não consegue escrever mal mesmo que tente. A imaginação faz com que as histórias sejam nos mais variados locais mas sempre a prender o leitor

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Fantástico Luis Sepúlveda

Inês

Luis Sepúlveda consegue sempre dar às suas histórias um toque especial, ficamos sempre rendidos sejam histórias com carácter político e social ou apenas histórias de amor e amizade. Recomenda-se!

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Venturosa história de Luís Sepúlveda

Maria João Abreu | 02-12-2015

Mais uma história contada brilhantemente por Luís Sepulveda. Faz-nos recuar até à nossa adolescência em que pensamos mudar o mundo, as nossas paixões e tudo o que é inerente à juventude. Recomendo vivamente.

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Luis Sepúlveda

Bruno Cardoso

Sem sombra de dúvidas, um dos melhores livros de Luís Sepúlveda. Recomendo vivamente.

Luis Sepúlveda

Foi a 4 de outubro de 1949, na localidade chilena de Ovalle, a mais de 300 km a norte da capital, Santiago, que nasceu Luis Sepúlveda. Filho de um militante do Partido Comunista e proprietário de um restaurante, e de uma enfermeira de origens mapuche (um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina), Luis Sepúlveda cresceu no bairro San Miguel de Santiago e estudou no Instituto Nacional, onde começou a escrever por influência de uma professora de História.
Aos 15 anos ingressou na Juventude Comunista do Chile, da qual foi expulso em 1968. Depois disso, militou no Exército de Libertação Nacional do Partido Socialista. Após os estudos secundários, ingressou na Escola de Teatro da Universidade de Chile, da qual chegou a ser diretor. Anos mais tarde, licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha.
Da sua vasta obra – toda ela traduzida em Portugal –, destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas todos os seus livros conquistaram em todo o mundo a admiração de milhões de leitores.
Em 2016, recebeu o Prémio Eduardo Lourenço – que visa galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica –, uma honra que definiu como «uma emoção muito especial».
Para além de romancista, foi realizador, roteirista, jornalista e ativista político. Em 1970 venceu o Prémio Casa das Américas pelo seu primeiro livro, Crónicas de Pedro Nadie, e também uma bolsa de estudo de cinco anos na Universidade Lomonosov de Moscovo. No entanto, só ficaria cinco meses na capital soviética, uma vez que foi expulso da universidade por “atentado à moral proletária”. Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet. Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Em 1979 alistou-se nas fileiras sandinistas, na Brigada Internacional Simon Bolívar, que lutava contra a ditadura de Anastácio Somoza. Depois da vitória da revolução sandinista, trabalhou como repórter.
Em 1982 rumou a Hamburgo, movido pela sua paixão pela literatura alemã. Nos 14 anos em que lá viveu, alinhou no movimento ecologista e, enquanto correspondente da Greenpeace, atravessou os mares do mundo, entre 1983 e 1988. Em 1997, instalou-se em Gijón, em Espanha, na companhia da mulher, a poetisa Carmen Yáñez. Nesta cidade fundou e dirigiu o Salão do Livro Ibero-americano, destinado a promover o encontro de escritores, editores e livreiros latino-americanos com os seus homólogos europeus.
Luis Sepúlveda vendeu mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas obras estão traduzidas em mais de 60 idiomas. Em Portugal, era presença assídua na Feira do Livro de Lisboa, em sessões de autógrafos onde era bem visível o carinho do público português pelos seus romances, e esteve presente em quase todas as 21 edições do Festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, a última das quais entre 18 e 23 de fevereiro de 2020.
A 29 de fevereiro de 2020, Luis Sepúlveda foi diagnosticado com Covid-19, naquele que seria o primeiro caso de infeção nas Astúrias, e consequentemente internado no Hospital Universitário Central de Astúrias, onde veio a falecer a 16 de abril.

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