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A Relíquia eBook

de Eça de Queiroz
idioma: português do brasil
Editor: Editora Unesp, agosto de 2020 ‧
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"Em 1875, nas vésperas de Santo Antônio, uma desilusão de in¬comparável amargura abalou o meu ser; por esse tempo minha tia, D. Patrocínio das Neves, mandou-me do Campo de Sant'Ana, onde morávamos, em romagem a Jerusalém." Com essa palavras começa o relato de viagem de Teodorico Raposo, protagonista da obra, pela Terra Santa. Eça de Queirós, crítico perspicaz e extraordinário romancista, oferece-nos em uma de suas obras mais memoráveis um divertido e mordaz afresco da sociedade portuguesa de sua época. Mordaz e irônico, ferino e satírico, ataca os excessos de um catolicismo fundamentalista e a hipocrisia que se esconde nos corações humanos.

A Relíquia

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9788595463714
Editor: Editora Unesp
Data de Lançamento: agosto de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 256
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788595463714
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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