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A Luta eBook

de Carmen Dolores
idioma: português do brasil
Editor: Folha de S.Paulo, setembro de 2024 ‧
3,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
A luta foi publicado como folhetim em 1909 e transformado em livro em 1911. Carmen Dolores — pseudônimo de Emília Moncorvo Bandeira de Melo —, aristocrata meio decadente e uma das polemistas mais conhecidas da época, com uma coluna de enorme sucesso no periódico O Paiz, causou grande furor com este relato da vida matrimonial de Celina Ferreira, espécie de "Bovary da rua das Marrecas" que sonha com "uma existência mais larga, a independência da mulher elegante e rica, que sai só, vai a teatros e alimenta a corte ardente de muitos admiradores", filha insubmissa de uma dona de pensão interesseira de Santa Teresa. Incluído numa lista de livros imorais pelo frei jesuíta Pedro Sinzig poucos anos depois de sua publicação, o romance não se furta de abordar de frente as questões de gênero e classe, sem subterfúgios nem eufemismos.

A Luta

de Carmen Dolores

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585642095
Editor: Folha de S.Paulo
Data de Lançamento: setembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786585642095

SOBRE O AUTOR

Carmen Dolores

Nasceu a 22 de Abril de 1924, em Lisboa. Aos 14 anos, estreou-se na rádio, onde manteve depois uma intensa actividade, nomeadamente em programas de divulgação de poesia. Apareceu pela primeira vez no cinema no filme Amor de perdição (1943), realizado por António Lopes Ribeiro, desempenhando o papel de Teresa. A sua aparição nos palcos aconteceu em 1945, na peça Electra, de Jean Giraudoux, na Companhia dos Comediantes de Lisboa. Transitou depois para o Teatro Nacional (Companhia Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro), onde permaneceu durante oito anos, tendo passado pelo Teatro de Sempre, de Gino Saviotti, e pelo Teatro Nacional Popular. No início dos anos 60, fundou, com Armando Cortez, Fernando Gusmão e Rogério Paulo, o Teatro Moderno de Lisboa. Em televisão, participou em peças de teatro como Um mês no campo, de Turgueniev, Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett, Bela Doroteia, de Mihura, O leque de Lady Windermere, de Wilde, A senhora das brancas mãos, de Casona, e João Palmieri, de Larreta. O seu nome encontra-se ligado a alguns êxitos da Casa da Comédia: A dança da morte, de Strindberg, Play Strindberg, de Dürrenmatt, Alice nos jardins do Luxemburgo, de Weingarten, e A forja, de Alves Redol. Depois de 1974, participou em Espingardas da mãe Carrar e O círculo de giz caucasiano, de Bertolt Brecht, dirigidas por João Lourenço. Em 1983, representou no Teatro Aberto Comédia à moda antiga, de Arbuzov, e Confissões numa esplanada de Verão, de Strindberg, encenada por Mário Viegas. Em 1985, fez parte do elenco de Virgínia, uma peça de Edna O’Brien encenada por Carlos Avilez. Pelo seu desempenho como Dona Otília, no filme Balada da praia dos cães, de José Fonseca e Costa, recebeu em 1987 vários troféus de cinema de revistas nacionais. Em 1988, foi protagonista na telenovela portuguesa Passerelle e, no mesmo ano, do filme A mulher do próximo, de José Fonseca e Costa. Em 1991, voltou ao teatro, onde interpretou Balanceada, de Samuel Beckett, com encenação de Mário Viegas, e, em 1992, a peça Espectros, de Ibsen, dirigida por Carlos Avilez. Em 1993, colaborou na série televisiva A viúva do enforcado, realizada por Walter Avancini, e na telenovela . Em 1994, foi presidente do júri no concurso da RTP Pátio da fama. Após um longo interregno, regressou em 1999 às prestações televisivas, protagonizando a telenovela A lenda da garça. A 15 de Maio de 2005 actuou pela última vez na peça Copenhaga, dirigida por João Lourenço, espectáculo que marca o seu afastamento dos palcos e da televisão após 60 anos de carreira. Foi então condecorada pelo Presidente da República Jorge Sampaio com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. É autora do livro de memórias Retrato inacabado (O Jornal, 1984), e co-autora, com Tito Lívio, da obra Teatro Moderno de Lisboa – 1961-1965 – Um marco na história do teatro português (Caminho, 2009).

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