A Desumanização eBook
SINOPSE
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-68339-7 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | setembro de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Páginas: | 252 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Literatura
>
Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
VHM escreve mesmo BEM!
Carolina Ferreira
Esta é uma obra literária cativante que aborda temas complexos e profundos como a solidão, o luto, a identidade, a violência e a empatia. A narrativa desenrola-se em torno da história de uma família que vive na Islândia e é contada através dos olhos de uma menina chamada Halla cuja irmã gémea, Sigridur, " foi plantada", eufemismo usado vezes sem conta para retratar esta morte prematura. A escrita de Valter surpreendeu-me tanto! Ainda só tinha lido um livro dele (de poesia). Aqui, há uma prosa que é poética e sensível que é capaz de evocar imagens e sensações vívidas na nossa mente. A história em si é uma reflexão sobre o ser humano e como a nossa humanidade pode ser comprometida pela dor e pela perda. O autor descreve a paisagem e a vida nos fiordes islandeses, criando uma atmosfera realista e envolvente. As personagens são retratadas de forma complexa e multifacetada, o que faz com que o leitor se prenda na narrativa facilmente. O que mais me entristeceu na leitura foi ver a incapacidade desta mãe conseguir fazer o luto e a sua frieza e maldade para com a filha que sobreviveu. A narrativa está na primeira pessoa e é Halla que nos conta o que vai sucedendo, o veneno que ouve da própria mãe e o que esta lhe pede para fazer constantemente. Duro de ler. 12 anos. A menina só tem 12 anos. E tem de crescer a fazer-se forte, por muito que lhe custe.
Impressionante
Irina
Este é o meu livro. Já li muitos, mas este é o meu. Já o comprei muitas vezes para oferecer, e falo muitas vezes dele.
Um livro belíssimo
Carolina Ferreira
Esta é uma obra literária cativante que aborda temas complexos e profundos como a solidão, o luto, a identidade, a violência e a empatia. A narrativa desenrola-se em torno da história de uma família que vive na Islândia e é contada através dos olhos de uma menina chamada Halla cuja irmã gémea, Sigridur, " foi plantada", eufemismo usado vezes sem conta para retratar esta morte prematura. A escrita de Valter surpreendeu-me tanto! Ainda só tinha lido um livro dele (de poesia). Aqui, há uma prosa que é poética e sensível que é capaz de evocar imagens e sensações vívidas na nossa mente. A história em si é uma reflexão sobre o ser humano e como a nossa humanidade pode ser comprometida pela dor e pela perda. O autor descreve a paisagem e a vida nos fiordes islandeses, criando uma atmosfera realista e envolvente. As personagens são retratadas de forma complexa e multifacetada, o que faz com que o leitor se prenda na narrativa facilmente. O que mais me entristeceu na leitura foi ver a incapacidade desta mãe conseguir fazer o luto e a sua frieza e maldade para com a filha que sobreviveu. A narrativa está na primeira pessoa e é Halla que nos conta o que vai sucedendo, o veneno que ouve da própria mãe e o que esta lhe pede para fazer constantemente. Duro de ler. 12 anos. A menina só tem 12 anos. E tem de crescer a fazer-se forte, por muito que lhe custe.
Esperava mais
Rita Pinheiro
Li a Fabrica de fazer Espanhois e decidi ler este título por ser um dos mais falados deste autor. Contudo, desiludiu-me um pouco. A própria história em si não me cativou.
entre o humano e o desumano
Patrícia
Um livro complicado de avaliar. Uma escrita linda, quase como irreal, um sonho, mas que toca temas complicados. Alguns dos temas, especialmente de relações, foram complicados de ler especialmente a por uma criança a passar por tudo. Mas a vida nem sempre é fácil e este livro, que por vezes parece irreal outras vezes puxa-nos duramente bruscamente para a realidade com temas dificeis de engolir e que não caem bem, talvez por não serem bem explorados, talvez porque nos custa a olha-los. Tem passagens lindas, algumas que me fizeram chorar e outras que me deixaram revoltadas, com a história e até com o autor. Mas talvez tenha sido exatamente esse o objetivo.
Doce viagem
Irina E
Passou a ser o meu numero 1. O livro mais bonito e intenso que alguma vez li. Obrigada por esta doce viagem em forma de poesia.
Não corresponde à expectativa...
Regina
Não consigo entender as opiniões positivas acerca desta obra. Não consegui terminar a leitura. É demasiado enfadonha, melancólica e a cada capítulo vem mais do mesmo. conteúdo dramático do primeiro capítulo arrasta-se até ao meio da história sem acrescentar nada de novo...
Avassalador
Octávio Carvalho
Uma obra desconcertante e, de certa forma, paradoxal. Da tristeza profunda e da solidão angustiante, vislumbra-se uma certa beleza crua e fria. Uma espécie de congelamento emocional. Emoções indefiníveis a expressarem-se puramente. Se tiverem tempo disponível, visitem o meu blog e leiam a minha crítica referente à obra: http://orapazmarciano.com/a-desumanizacao/
Leitura intensa
Raquel Silva
Uma leitura que não vou esquecer de certeza! Uma história muito triste, dura, intensa...Talvez por ser gémea foi um livro que me perturbou um pouco! Mas gosto de livros assim, que mexem connosco e nos fazem pensar!
Magnífico
Ruben E.
A candura da escrita de Valter Hugo Mãe é inigualável.
Pouco conhecimento da cultura islandesa
David
Um livro razoável, monótono e com um enredo muito simples, mas de alguma forma demasiado semelhante ao enredo de "Gente Independente" de Laxness. Existem muitas incoerências quanto aos factos da vida na Islândia e respectiva cultura, muitos pormenores falsos. O autor deveria passar um pouco mais tempo na Islândia.
Bom, mas muito triste
Rita Oliveira
Este deve ser o livro mais triste que li em toda a minha vida. Uma tristeza que se entranhou em mim durante dias, resultante de uma escrita misturada de pormenores hiper realistas com passagens muito poéticas. Nunca tinha lido um livro de Valter Hugo Mãe, e não sei se estou preparada para ler outro muito em breve, sobretudo se o sentimento com que ficar for este. Halla é uma menina islandesa, que perde a irmã gémea. A partir daí passa a sentir-se meia pessoa, mas com uma alma dupla, e tem de crescer muito mais rapidamente do que estava preparada. E vê o pai cada vez mais triste. E a mãe cada vez mais revoltada contra ela. E a população da vila onde habita, «as nossas pessoas» como diz, ser tudo menos dela. Neste livro há morte, há medo, há revolta, há dúvida, há raiva. Mas também há iniciação sexual, um casamento, um aborto. E uma paisagem gelada e desoladora, a que não conseguimos fugir. Não sei se o recomendo, acho que ficará a cargo de cada um pegar nele consoante a sua capacidade de lidar com todas estas coisas. Mas hei de ler outros. Um dia.
opinião
Cláudia Neto
esperava mais
Algo de bom do no de 2013
Fernando Tores
Entre tanta coisa má que perpassou a nossa sociedade em 2013, este livro foi uma aberta, um raio de luz, num céu carregado de nuvens!
Obrigatório
Nélio Paulo
Valter Hugo Mãe mantém nesta obra a sua escrita inconfundível. O autor continua a fazer-nos pensar o ser humano. Personagens do povo rodeadas de uma personagem maior, a natureza na sua plenitude. Para onde vamos enquanto ser humano? Obrigatório.
Envolvente
Mª João Roques
Um livro extraordinário, mexe com as emoções, para ler e reler.
Extraordinário
Sandra Custódio
Sem sombra de dúvida um livro para ler, ver e sentir! Muito bom!
Muito bom
José A. M. Pereira
Descobri Valter Hugo Mãe através deste livro surpreendente que me deixou fascinado e cheio de vontade de ler outros livros seus. Desumanização está escrito numa linguagem que me cativou desde o inicio: a construção das frases, a arrumação das palavras, a sofisticação dos personagens... duma beleza idêntica à paisagem dos locais descritos.
Tocante
N Ferreira
Este livro será lido, como o seu autor, daqui a algumas décadas e permanecerá actual. Muito bom.
recomendo
Rogério Rodrigues
Não deixem de ler este livro e toda a obra deste escritor da nova geração.
Excelente!
Liliana M.
Adorei!! Valter Hugo Mãe está de parabéns! Uma obra de génio!!
Muito bom
Andreia C.
Este livro é belo, de uma forma distorcida, e tocante, de uma forma cáustica. Cada frase é poderosa e cada palavra é aplicada com precisão e lirismo. Parabéns a valter hugo mãe pela genialidade.
Definição de "A Desumanização"
Fátima Pinheiro
É SEM DÚVIDA um grande livro, repleto de emoções que nos fazem divagar na dor de perder uma parte de nós! Frases simples e cheias de sentimentos. É assim que defino este livro!
Valter Hugo Mãe
Bruno Cardoso
Para mim, é sem sombra de dúvidas, a melhor obra de Valter Hugo Mãe. Um livro de leitura obrigatória.
Excelente livro
Mariaa do Rosário Palma
Valter Hugo Mãe já nos habituou a uma escrita que nos prende pelo seu conteúdo literário. Neste livro, retratado na Islândia e narrado por uma figura feminina, fala do sentido da perda de quem nos é mais próximo, na solidão que vê como um sentimento frio tal como o clima frio da Islândia. A Desumanização é uma falta de Humanização, um sentimento de afecto, compreensão que estão distantes entre as pessoas. Adorei este livro.
VOZ
Paulo Sérgio BEJu
Valter Hugo Mãe a remexer-nos por dentro, fazendo do espaço cardíaco VOZ.
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