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62 eBook

A Model Kit

de Julio Cortázar
idioma: inglês
Editor: New Directions, junho de 2015 ‧
18,20€
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Ebook para wook reader

First published in English in 1972 and long out of print, 62: A Model Kit is Julio Cortázar's brilliant, intricate blueprint for life in the so-called "City."

As one of the main characters, the intellectual Juan, puts it: to one person the City might appear as Paris, to another it might be where one goes upon getting out of bed in Barcelona; to another it might appear as a beer hall in Oslo. This cityscape, as Carlos Fuentes describes it, "seems drawn up by the Marx Brothers with an assist from Bela Lugosi!" It is the meeting place for a wild assortment of bohemians in a novel described by The New York Times as "Deeply touching, enjoyable, beautifully written and fascinatingly mysterious." Library Journal has said 62: A Model Kit is "a highly satisfying work by one of the most extraordinary writers of our time."

62

A Model Kit

de Julio Cortázar

Propriedade Descrição
ISBN: 9780811225045
Editor: New Directions
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Inglês
Páginas: 288
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: New Directions Classic
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9780811225045
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Julio Cortázar

Escritor argentino, Julio Cortazár nasceu a 26 de agosto de 1914, em Bruxelas, na Bélgica, durante uma viagem de negócios empreendida pelos seus pais. Em 1918 a família regressou a Buenos Aires, onde Cortázar veio a estudar, obtendo, em 1935, habilitações como professor do ensino secundário pela Escuela Normal de Professores Mariano Acosta. Ingressou depois na Universidade de Buenos Aires e deu aulas nas escolas secundárias de Bolívar, de Chivilcoy e de Mendonza.
Em 1944 conseguiu uma posição como professor de Literatura Francesa na Universidade de Cuyo, em Mendonza, onde se envolveu numa manifestação contra a política populista e sindicalista de Juan Domingo Peron, pelo que foi encarcerado. Posto em liberdade pouco tempo depois, viu, no entanto, vedada a sua carreira académica. Assumiu então, e em 1946, a direção de uma editora em Buenos Aires, funções que desempenhou até 1948, altura em que completou a sua licenciatura em Direito e Línguas. Cortázar passou então a trabalhar como tradutor.
Em 1949 publicou a sua primeira obra digna de interesse, Los Reyes, um longo poema narrativo em que utilizava arquétipos como o Minotauro e o Labirinto de Creta. Em 1951, época em que o regime de Peron se estabelecia como ditadura, publicou numa revista mantida por Jorge Luis Borges, a Los Anales de Buenos Aires, a sua primeira coletânea de contos, com o título Bestiário (1951).
Nesse mesmo ano, e em resultado das perseguições que lhe foram movidas, o autor optou pelo exílio, mudando para Paris, cidade que não mais abandonaria. A partir de 1952 passou a trabalhar para a UNESCO como tradutor independente.
Continuou a publicar coletâneas de contos, como Final de Juego (1956), Las Armas Secretas (1959), obra que viria a ser adaptada para cinema pelo realizador italiano Michelangelo Antonioni, com o título Blow Up, em 1966. Em 1960 consagrou-se também como romancista, com o aparecimento de Los Premios, obra em que contava o rumo de um grupo de pessoas que ganham como prémio de lotaria um cruzeiro-surpresa. O seu romance mais conhecido, Rayuela, seria publicado em 1963. A obra, original e imaginativa, influenciou significativamente a literatura da América Latina.
Em 1973 empreendeu uma longa viagem pela América do Sul, visitando países como o Peru, o Equador, o Chile e a Argentina, como investigador das violações dos direitos humanos no continente, apoiando, com os ganhos resultantes da venda das suas obras, os Sandinistas e as famílias de prisioneiros políticos.
Em 1975 lecionou, como professor convidado, nas Universidades de Oklahoma e do Barnard College de Nova Iorque. Em 1981 tomou a nacionalidade francesa e, dois anos depois, foi-lhe autorizado visitar de novo a Argentina.
Faleceu a 12 de fevereiro de 1984, em Paris. Embora seja geralmente aceite como causa da sua morte uma leucemia, existe também a opinião de que o autor tenha sido vítima de SIDA, nesse tempo ainda não diagnosticável.

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