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Último Capítulo Audiolivro

Literatura

de Machado de Assis; Narrado por: Paulo Carvalho
idioma: português do brasil
Editor: Pop Stories, julho de 2022 ‧
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Em "Último capítulo", Machado de Assis apresenta Matias Deodato de Castro e Melo, um homem que decide escrever sua história pouco antes de tirar a própria vida. Matias conta que decidiu deixar, em seu testamento, todos os seus bens para os desamparados. Ao recordar momentos importantes de sua vida, ele tenta entender como chegou à decisão final e o que o levou a dar esse desfecho à própria existência. Matias conduz o texto lembrando fatos, explicando escolhas e anotando as situações que considera relevantes naquele instante. Ele comenta encontros, hábitos, pequenas frustrações e pensamentos que surgiram ao longo dos anos. Sua escrita revela o esforço de organizar lembranças e registrar tudo com calma, como se cada frase o ajudasse a colocar a vida em ordem antes do gesto que decidiu realizar. Com esse relato direto e consciente, o conto acompanha os últimos instantes de um homem que transforma a escrita em forma de despedida, reunindo lembranças e buscando uma forma de concluir a própria vida por meio da escrita.

Último Capítulo

Literatura

de Machado de Assis; Narrado por: Paulo Carvalho

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554111058
Editor: Pop Stories
Data de Lançamento: julho de 2022
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 23 minutos
Tamanho Ficheiro 14.30 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786554111058

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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