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Pobre Finoca! Audiolivro

Literatura

de Machado de Assis; Narrado por: Guga Almeida e Machado de Assis
idioma: português do brasil
Editor: Pop Stories, outubro de 2023 ‧
2,99€
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Em "Pobre Finoca!", Machado de Assis apresenta uma cena tipicamente urbana na Rua do Ouvidor, palco de encontros, disputas e vaidades do Rio de Janeiro oitocentista. Finoca, jovem espirituosa, confidencia à amiga Alberta o incômodo causado pela insistência de Macedo, um pretendente que não lhe dava descanso. Para se livrar dessa situação, imagina um plano ousado: pedir a Alberta que, mesmo comprometida com o tenente Miranda, converse com o rapaz para desviar sua atenção. No entanto, a lealdade de Alberta a leva a elogiar a amiga diante de Macedo, o que acaba produzindo o efeito contrário ao esperado. A trama, breve e mordaz, revela a ironia característica de Machado e a imprevisibilidade das relações humanas. Entre amizade, amor e equívocos, a narrativa expõe com sutileza como os planos engenhosos podem resultar em desfechos imprevistos e como o jogo social pode ser tão incerto quanto cruel.

Pobre Finoca!

Literatura

de Machado de Assis; Narrado por: Guga Almeida e Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554115520
Editor: Pop Stories
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 35 minutos
Tamanho Ficheiro 18.96 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786554115520

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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