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Pedagogy In Process Audiolivro

The Letters To Guinea-Bissau

de Paulo Freire; Narrado por: Matthew Hendrickson
idioma: inglês
Editor: BLOOMSBURY ACADEMIC, maio de 2026 ‧
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Bloomsbury presents Pedagogy in Process by Paulo Friere, read by Matthew Hendrickson Pedagogy in Process presents a first-hand account of the most comprehensive attempt yet to put into practice Paulo Freire's theory of education within a real societal setting. When Guinea Bissau on the West African coast declared independence in 1973 the rate of illiteracy in its adult population was ninety percent. The new government faced the enormous task of educating its citizens. With Freire as collaborator and advisor the government launched a huge grass-roots literacy campaign and this book is Freire's memoir of that campaign. Those familiar with Freire's work will identify his ongoing insistence on the unity between theory and practice, mental and manual work, and past and present experience. This is essential reading for anyone interested Freire's revolutionary ideas on education and the transformative power they hold when applied to society and the classroom. This edition includes a substantive introduction by Michael Apple who is Professor Emeritus of Curriculum and Instruction and Educational Policy Studies at the University of Wisconsin-Madison, USA.

Pedagogy In Process

The Letters To Guinea-Bissau

de Paulo Freire; Narrado por: Matthew Hendrickson

Propriedade Descrição
ISBN: 9781350630574
Editor: BLOOMSBURY ACADEMIC
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 7 horas e 3 minutos
Tamanho Ficheiro 211.61 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Ensino e Educação > Sociologia da Educação
EAN: 9781350630574

SOBRE O AUTOR

Paulo Freire

Paulo Freire nasceu em 1921 no Recife e faleceu em São Paulo em 1997.
Apesar de oriundo de uma família da classe média, a depressão de 1929 e a morte precoce do pai fizeram com que vivesse a experiência da pobreza e da fome, que marcou para sempre a sua preocupação com os mais pobres.
Em 1946 foi nomeado Diretor do Departamento de Educação e Cultura do estado de Pernambuco, onde pôde iniciar um trabalho sistemático com analfabetos pobres e experimentar no terreno as ideias que vinha desenvolvendo no sentido da construção de um método de alfabetização revolucionário que pudesse promover a alfabetização em massa das classes populares.
Tal método viria a adoptar o nome de Método Paulo Freire e os seus resultados levaram o governo progressista de João Goulart a adoptá-lo em 1961 no quadro de um Plano Nacional de Alfabetização que visava a alfabetização generalizada da população brasileira.
O golpe militar de 1964 pôs no entanto fim ao programa e Paulo Freire viria mesmo a ser perseguido e preso por causa dele.
Libertado, exilou-se primeiro na Bolívia e depois no Chile.
Durante o exílio chileno, publicou no Brasil o seu primeiro livro, Educação como Prática de Liberdade, e em 1969 viria a ser convidado como professor visitante pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Concluíra entretanto a redacção do livro que lhe daria fama mundial, Pedagogia do Oprimido, imediatamente publicado em várias línguas e que viria a ter uma primeira edição em Portugal em 1972 nas Edições Afrontamento.
Só em 1974, no entanto, depois de iniciado o processo de abertura política, seria publicado no Brasil, onde conheceu até hoje várias dezenas de edições.
Entretanto Paulo Freire mudara-se para Genebra, na Suíça, onde foi consultor para a Educação do Conselho Mundial das Igrejas.
Na sequência da amnistia de 1979 regressaria ao Brasil em 1980, filiando-se no Partido dos Trabalhadores em São Paulo.
Na sequência da vitória do PT nas eleições municipais de 1988 viria a ocupar o cargo de Secretário da Educação de São Paulo, que exerceu até 1991.

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