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O Retrato De Dorian Gray Audiolivro

de Oscar Wilde; Narrado por: Public Play Editora e Vinícius Léscio
idioma: português do brasil
Editor: Public Play, março de 2026 ‧
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"Dorian Gray é um jovem de beleza extraordinária que, ao ter seu retrato pintado pelo artista Basil Hallward, passa a refletir obsessivamente sobre a juventude e o medo de envelhecer. Influenciado pelas ideias hedonistas e provocadoras de Lord Henry Wotton, Dorian deseja que o tempo poupe sua aparência e que apenas o retrato sofra as marcas da idade e de seus atos — um desejo que misteriosamente se torna realidade. À medida que Dorian se entrega a uma vida de prazeres, excessos e escolhas moralmente questionáveis, seu rosto permanece intacto, enquanto o retrato se torna cada vez mais grotesco, revelando a degradação de sua alma. Preso entre a culpa, o narcisismo e o horror de sua própria corrupção, Dorian é conduzido a um desfecho trágico que questiona os limites da vaidade, da moralidade e das consequências de se viver sem responsabilidade pelos próprios atos."

O Retrato De Dorian Gray

de Oscar Wilde; Narrado por: Public Play Editora e Vinícius Léscio

Propriedade Descrição
ISBN: 9786560931381
Editor: Public Play
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 10 horas e 11 minutos
Tamanho Ficheiro 321.04 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786560931381

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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