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O Milhafre Audiolivro

de Eça de Queiroz; Narrado por: Léo Senna
idioma: português do brasil
Editor: Pop Stories, outubro de 2022 ‧
2,99€
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Integrante do livro "Prosas bárbaras", de Eça de Queirós, a fábula "O milhafre" traz a história de um homem que adentra uma casa singular, com uma estátua de um santo na entrada, que abriga andorinhas. Ele avança e encontra, numa sala escura, um crucifixo de madeira em estado lastimável. Decide limpá-lo, mas é detido por um grande milhafre, o qual faz um longo discurso sobre a condição da humanidade e sobre Jesus.

O Milhafre

de Eça de Queiroz; Narrado por: Léo Senna

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554111850
Editor: Pop Stories
Data de Lançamento: outubro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 19 minutos
Tamanho Ficheiro 3.93 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786554111850

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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