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O Mandarim Audiolivro

de Eça de Queiroz; Narrado por: Maria Clementina
Editor: Gracal, junho de 2026 ‧
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Audiolivro com proteção wookreader
A história acompanha Teodoro, um funcionário público de vida monótona que encontra um livro enigmático descrevendo um mandarim chinês cuja morte, provocada por um simples toque numa campainha, lhe traria uma fortuna incalculável. Dividido entre a consciência moral e a tentação, Teodoro acaba por ceder. A riqueza chega, mas com ela surge também um profundo remorso. Incapaz de suportar a culpa, tenta reparar o mal feito, aproximando-se da família do mandarim e procurando expiar o seu ato. Nenhuma tentativa, porém, lhe devolve a paz interior, e a fortuna que o seduziu transforma-se num fardo que o corrói por dentro, expondo a fragilidade humana perante o desejo e a responsabilidade ética.

O Mandarim

de Eça de Queiroz; Narrado por: Maria Clementina

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899351202
Editor: Gracal
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Português
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 2 horas e 21 minutos
Tamanho Ficheiro 78.83 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899351202

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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