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O Conde D’Abranhos Audiolivro

de Eça de Queiroz; Narrado por: Joana Stichini Vilela
Editor: Gracal, junho de 2026 ‧
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Sátira mordaz à política portuguesa do século XIX, centrada na ascensão social e política de Alípio Abranhos, um homem sem escrúpulos que alcança posições de poder através de bajulação, casamento por interesse e oportunismo. A narrativa, conduzida pelo seu secretário, Z. Zagalo, expõe a hipocrisia e a mediocridade da classe política da época, utilizando a figura de Abranhos como exemplo paradigmático.

O Conde D’Abranhos

de Eça de Queiroz; Narrado por: Joana Stichini Vilela

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899351189
Editor: Gracal
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Português
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 6 horas e 34 minutos
Tamanho Ficheiro 201.33 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899351189

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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