10% de desconto

Metrópolis Audiolivro

de Thea Von Harbou; Narrado por: Alfredo Giménez
idioma: espanhol
Editor: Locutor Alfredo Giménez, junho de 2024 ‧
11,99€
10,79€
10% DESCONTO IMEDIATO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Audiolivro para WOOK READER
Ciencia y fantasía, horror y belleza, misterio, amenaza, locura, magnificencia, significado... por una vez en la vida todos esos elementos se combinaron mágicamente para crear el clásico imaginativo, la obra suprema: Metrópolis. Éste es el libro que ha sido definido como una obra genial. "Estoy de acuerdo. La experiencia que le suponga su lectura le durará el resto de su vida" FORREST J. ACKERMAN "Este libro no es de hoy ni del futuro. No habla de un lugar. No sirve a ninguna causa, partido o clase. Tiene una moraleja que se desprende de una verdad fundamental: «Entre el cerebro y el músculo debe mediar el corazón»" THEA VON HARBOU

Metrópolis

de Thea Von Harbou; Narrado por: Alfredo Giménez

Propriedade Descrição
ISBN: 4067248696910
Editor: Locutor Alfredo Giménez
Data de Lançamento: junho de 2024
Idioma: Espanhol
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 8 horas e 26 minutos
Tamanho Ficheiro 239.28 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 4067248696910

SOBRE O AUTOR

Thea Von Harbou

Thea von Harbou (1888-1954) foi uma escritora, argumentista, atriz e realizadora alemã.
Criança prodígio, criada no seio de uma família aristocrática e de funcionários públicos, estudou com tutores privados. Aos 13 anos, lia em diversas línguas e já tinha publicado histórias e um livro de poemas.
Mas Thea era uma rapariga moderna e queria ganhar a vida. Contra a vontade do pai começou a trabalhar como atriz sem nunca deixar de escrever e publicar. Casou-se muito jovem, aos 18 anos, durante a Primeira Guerra Mundial. Autora de dezenas de argumentos de alguns dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, colaborou com o seu segundo marido, Fritz Lang, mas também com F. W. Murnau, Carl Dreyer ou E. A. Dupont.
Depois do seu divórcio de Lang, que, entretanto, tinha começado a perseguir jovens atrizes, Thea apaixona-se e casa-se secretamente com um estudante indiano a residir então na Alemanha. O casamento teve de ser secreto porque o partido nazi não permitia a união de uma ariana com um homem de pele mais escura. Nunca deixou a Alemanha mesmo durante o período nazi. Realizou dois filmes, mas não gostou da experiência, preferindo continuar a trabalhar como argumentista das películas de propaganda do regime.
No pós-guerra, foi feita prisioneira. Embora muitos a acusassem de simpatias nazis, Thea afirmou ter continuado a trabalhar para ajudar secretamente imigrantes indianos como o seu marido. Entre 1945 e 1946 trabalhou nas ruas a recolher entulho.
Anos mais tarde foi reabilitada e o cinema alemão prestou-lhe homenagem, mas Harbou estava já muito debilitada e viria a falecer aos 65 anos, tendo escrito até aos últimos momentos de vida, ditando na cama no hospital.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR